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Linha White

Alterações Dentárias no Síndrome de Down

O síndrome de Down é causado pela presença de três cromossomas 21 em todas ou na maior parte das células de um indivíduo. Esta alteração ocorre durante a conceção.

Esta alteração genética afeta o desenvolvimento físico e cognitivo. A maioria dos indivíduos com Síndrome de Down apresenta a denominada trissomia 21 simples, ou seja, existe um cromossoma extra presente em todas as células do organismo, devido a um erro na separação dos cromossomas 21 em uma das células dos seus progenitores (disfunção cromossômica).

 

No Síndrome de Down existem várias alterações ao nível dos músculos faciais caracterizados pela hipotonia muscular e consequente perturbação ao nível das funções estomatognáticas.

 

Uma das alterações frequentes é também ao nível da oclusão dentária. As crianças com Sindrome de Down apresentam, por norma, hipoplasia maxilar (diminuição do crescimento ósseo do maxilar superior) e oclusão do tipo Classe III de Angle, frequentemente associada à proclinação dos incisivos inferiores, ao subdesenvolvimento do andar médio e a uma mandibula colocada mais anteriormente.

 

Um dos fatores que definem a má oclusão é a respiração oral devido à associação de:

  • alterações das vias respiratórias superiores (estruturas nasais e nasofaríngeas);
  • alterações da mastigação;
  • agenesias (ausência de dentes);
  • desvio da linha média maxilar;
  • pseudomacroglossia (língua grande);
  • hipotonia muscular (diminuição muscular da língua, lábios e estruturas adjacentes);

 

Neste tipo de síndrome as alterações dentárias, ou seja, as más oclusões mais frequentes são:

  • mordida cruzada posterior;
  • pseudoprognatismo (avanço do maxilar inferior);
  • mordida aberta anterior;

 

Pela complexidade das estruturas associadas a este tipo de disfunção, é fundamental, que a avaliação e o plano de tratamento seja realizado por uma equipa multidisciplinar que avalie as diferentes estruturas inerentes a todas as funções do sistema estomatognático.

Microneedling e PRF: Uma técnica inovadora

Microneedling é um tratamento rejuvenescedor para tratar zonas diversas do corpo ou rosto, sendo considerado o mais atual sistema de terapia para a pele. Este sistema usa múltiplas micro agulhas que perfuram a pele na vertical, potencializando os resultados de rejuvenescimento porque aumenta a absorção do produto ativo cerca de 85%, sem dor e desconforto, sendo assim seguro para o paciente porque há muito menos agressão de epiderme.

Para além de aumentar de forma exponencial as possibilidades de penetração dos princípios ativos, também estimula a ação das plaquetas e fatores de crescimento, para a formação de novo colágeno e elastina, aspetos essenciais para o rejuvenescimento da pele.

Este tratamento é ideal para rugas, cicatrizes de acne e queimaduras, cicatrizes com queloide e estrias.

Hoje em dia, a técnica de microneedling é mais eficaz juntamente com a aplicação de PRF (platlet rich fibrin), técnica que consiste na extração de plasma e fibrina e glóbulos brancos que permitem a libertação de fatores de crescimento, através de uma colheita de sangue, e que é depois aplicado na pele juntamente com o sistema microagulhas, pois permite uma maior absorção por parte da pele. Desta forma conseguimos obter uma regeneração ótima dos tecidos.

O conceito PRF já é aplicado na medicina dentária, sobretudo no âmbito cirúrgico há quase uma década.

A aplicação do microneedling e PRF tem sido ultimamente feita por médicos dentistas na zona perioral, tendo-se observado excelentes resultados e muito promissores, sobretudo na eliminação de rugas, marcas e manchas na pele.

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Consulta de Higiene Oral, é suposto provocar dor?

As consultas de Higiene Oral de manutenção têm como objetivo remover os depósitos moles e duros que se acumulam na superfície dentária, assim como fazer um check-up e diagnóstico de patologias orais, de modo a serem encaminhados devidamente.

No entanto, muitos pacientes vão receosos para a consulta de Higiene oral devido à possibilidade de desconforto e sintomatologia dolorosa.

Para pacientes que não fazem consulta de Higiene de manutenção à mais tempo, é normal que acumulem mais depósitos e durante a consulta exijam um esforço maior por parte do profissional de saúde oral, assim como existe a necessidade de abranger profundidades maiores para ser possível remover os depósitos que se acumulam junto à raiz dos dentes. Mas este processo não pode nem deve ser doloroso para o paciente. É importante que o paciente vá sempre manifestando o que está a sentir durante a consulta, de modo a que a abordagem do profissional seja adaptada a cada pessoa.

Em casos de inflamação gengival, é importante que a higiene seja feita em detalhe, de modo a ser possível remover a carga bacteriana causadora da inflamação. Este processo pode provocar alguma dor e desconforto, mas existem estratégias para tornar este processo o mais confortável possível. Pode sempre recorrer-se a anestesia, ou dividir a consulta em várias sessões, para permitir que a gengiva vá desinflamando aos poucos e seja mais fácil de higienizar, sem dor.

Quando existe sensibilidade dentinária, o paciente deve fazer uma abordagem dessensibilizante semanas antes da consulta, com recurso a pastas e colutórios apropriados.

Na White Clinic, apelamos sempre ao conforto do paciente, sendo essa a nossa maior prioridade.

A Era Digital - Caso clinico

Hoje em dia quase tudo é digital à nossa volta, e a medicina dentária não é excepção. 

A utilização de tecnologias digitais na medicina dentária vem optimizar de forma substancial os tratamentos dentários. Permite poupar tempo, vindas ao dentista e, muitas vezes, aumentar a qualidade do serviço médico prestado. 

O caso clinico ilustrado nas fotografias abaixo é um caso totalmente digital, desde o planeamento à execução propriamente dita. Neste caso, antes de avançar para o tratamento, foi feito um mock-up (procedimento que permite ao paciente visualizar o futuro resultado final na sua boca, antes de iniciar o tratamento) também ele totalmente digital: a nova forma dos dentes foi desenhada no computador usando o software específico e o modelo dos dentes foi impresso numa impressora 3D. Todas as impressões feitas aos dentes foram digitais, usando um scanner intra-oral. A reabilitação foi feita com facetas também elas criadas digitalmente. O resultado final ficou muito bem e o paciente muito satisfeito! 

 

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Situação inicial 

 

Scanner inicial

Impressão digital inicial 

 

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 Desenho em computador dos dentes para o mock-up 

 

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 Impressão do modelo dos dentes na impressora 3D

 

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Modelos 3D impressos

 

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 Antes e Depois com o mock-up

 

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Preparação dos dentes para colocar as facetas

 

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 Impressão digital dos dentes preparados

 

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 Facetas e overlays em cerâmica no modelo 3D

 

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Resultado final

 

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 Resultado final - Antes & Depois

 

Dente com mobilidade, é normal?

A mobilidade dentária ocorre diariamente e de forma discreta em todos os dentes naturais e saudáveis, (denominada de mobilidade fisiológica funcional), durante a mastigação e deglutição dos alimentos por exemplo. O dente movimenta-se no seu alvéolo (osso em volta da raiz) pelo ligamento periodontal, que são pequenas fibras que unem o dente a esse alvéolo, sendo que os incisivos, que ficam na parte da frente da boca, têm maior mobilidade que os dentes posteriores, como os molares.

Esse movimento pode ser um pouco maior quando os dentes são submetidos a grandes forças, como no caso de pacientes com bruxismo, ou até por questões hormonais, no caso de gravidez, ciclo menstrual ou uso de contracetivos.

 

Há outras circunstâncias que podem provocar uma mobilidade ainda maior do dente e que necessitam de maior atenção, tais como:

 

- Mobilidade causada por acidentes: ocorre quando o dente sofre um traumatismo e, em consequência, o ligamento periodontal, composto por fibras em volta da raiz do dente, é estirado ou comprimido. Quanto maior o trauma, maior será a mobilidade do dente. Normalmente, a cura é espontânea. Em casos mais severos, é necessário fixar o dente traumatizado temporariamente.

- Mobilidade relacionada à oclusão dentária: ocorre quando um dente está mal posicionado, o que pode interferir na mordida (relacionamento dos dentes superiores e inferiores). Nesse caso, é necessário um ajuste para distribuir as forças mastigatórias entre todos os dentes.

- Mobilidade relacionada com prótese e restauração: os dentes não se encontram isolados na boca, eles fazem parte duma engrenagem. Assim, os superiores relacionam-se com os inferiores em várias posições e de uma forma dinâmica (oclusão). Quando é feita uma prótese ou uma restauração, deverá ser respeitada a oclusão, caso contrário poderá ocorrer o que se costuma chamar de "contacto prematuro", que poderá levar à mobilidade dentária, pois proporciona um aumento da carga sobre o dente restaurado. Para a correção, deverão ser realizados ajustes nesses trabalhos ou ainda a sua substituição.

- Mobilidade causada por pulpites (inflamação da polpa dentária): esta inflamação, que ocorre dentro do nervo, poderá também provocar uma inflamação das fibras periodontais que circundam a raiz do dente afetado. Em decorrência disso ocorre uma maior mobilidade, que pode ser acompanhada de extrusão, dando a sensação de que o dente "cresceu". Após o tratamento endodôntico (desvitalização), a inflamação desaparece e o dente volta ao seu lugar e a ter a mobilidade natural (fisiológica).

- Mobilidade causada por tratamento ortodôntico (correção de dentes mal posicionados): para a correção da má posição de um dente, é necessário a aplicação de uma força determinada, capaz de fazer a movimentação do dente. Para isso, são utilizados aparelhos ortodônticos fixos ou móveis. Entretanto, esse tratamento provoca um aumento na mobilidade do dente, principalmente logo após a ativação (aperto) do aparelho. Depois de 48 horas, a mobilidade excessiva volta aos níveis normais.

- Mobilidade causada por doença periodontal: a doença periodontal provoca a reabsorção do osso alveolar que envolve o dente e também a destruição do ligamento periodontal. Essa destruição, causada por bactérias, é gradual, lenta e indolor e, em consequência, leva ao aumento progressivo da mobilidade dentária, que já não poderá ser considerada fisiológica. Há necessidade de tratamento, que consiste inicialmente na raspagem da placa bacteriana que adere à superfície radicular. Em casos extremos, nos quais a doença se encontra em níveis muito avançados, não é possível manter o dente, sendo indicada a extração.

 

A mobilidade pode ser um importante alerta do início de algum problema grave. Por isso, diante de qualquer alteração nos dentes, é necessário tomar providências rápidas para obter os melhores resultados.

 

Fonte: https://www.google.pt/search?q=mobilidade+dent%C3%A1ria&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ved=0ahUKEwjRh7yzzNXZAhVGWRQKHURaBXYQ_AUICigB&biw=1920&bih=925#imgrc=tonDnFPPdeVSPM:

O que é a Articulação Temporomandibular e a Disfunção Temporomandibular?

A ATM, denominada por Articulação Temporomandibular, é a articulação que liga a mandibula ao crânio. É através deste osso móvel que executamos movimentos com a mandibula, como o fechar e abrir a cavidade oral (boca). A articulação da mandíbula é imprescindível para as diversas funções tais como: mastigar, deglutir, falar e bocejar.

 

A DTM (Disfunção Temporomandibular) é definida como uma perturbação que envolve os músculos da mastigação, a articulação temporamandibular e as estruturas associadas.

 

Não há, uma causa única para a DTM, sendo normalmente considerada a sua etiologia de origem multifatorial, no entanto, as causas mais frequentes são:

  • Traumatismo mandibular;
  • Desequilíbrios oclusais, como a má oclusão dentária;
  • Uso de próteses;
  • Disfunções neuromusculares (hipertensão muscular);
  • Fatores psicogénicos;
  • Hábitos orais nocivos;
  • Deslocamentos Articulares:
  • Lassidão ligamentar;
  • Patologias auriculares (artrite);

 

 Os sintomas mais frequentes da disfunção são:

  • Dores/Desconforto na face, na ATM e/ou músculos mastigatórios;
  • Dores de cabeça, no ouvido e pescoço;
  • Estalido/Desconforto na abertura oral;
  • Estalido/Desconforto durante a mastigação;
  • Crepitação na abertura oral e na mastigação;
  • Acufenos (zumbido no ouvido);
  • Sensação de surdez;
  • Vertigens;
  • Limitações da amplitude oral;
  • Bloqueio na abertura/encerramento da cavidade oral;
  • Desvio da mandíbula durante a abertura/encerramento da cavidade oral.

 

Pela complexidade das estruturas associadas a este tipo de disfunção, é fundamental, que a avaliação e o plano de tratamento seja realizado por uma equipa multidisciplinar que avalie as diferentes estruturas inerentes a todas as funções da Articulação Temporomandibular. Os profissionais de saúde que, por norma, avaliam e definem o plano de intervenção são:

  • Médico Dentista (Especialistas em Ortodontia e Oclusão);
  • Cirurgião Maxilo-facial;
  • Terapeuta da Fala;
  • Fisioterapeuta;

 

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Tenho uma mancha preta no dente, tenho uma cárie?

Quando vemos uma mancha preta nos nossos dentes imediatamente pensamos que será uma cárie, mas nem sempre é. Conheça aqui as várias pigmentações “inofensivas” que os nossos dentes podem apresentar:

 

Linha negra

 

A linha negra consiste numa pigmentação negra, extrínseca à superfície do esmalte, que se dispõe normalmente de forma linear acompanhando o contorno gengival e que afeta na maior parte das vezes os dentes posteriores.

 

Esta pigmentação é devida a um composto férrico resultante da interação de um produto produzido por bactérias e os iões de ferro constituintes da saliva. A cor negra deve-se à melanina, hemina e sulfuretos ferrosos. Estas manchas não estão associadas ao aparecimento da cárie dentária.

 

Para a remoção da mesma é necessário recorrer ao seu Higienista ou Médico Dentista, que o fará através de um polimento adequado.

 

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Fissuras escurecidas

 

As fissuras dos dentes são depressões que constituem as superfícies mastigatórias dos dentes. Estas fissuras encontram-se nos dentes pré-molares e molares. Os alimentos e bebidas possuem corantes, principalmente doces, refrigerantes e bolachas, e assim como os cigarros estes corantes podem pigmentar as fissuras dentárias. Essas zonas são mais afetadas porque os resíduos alimentares ficam aí “agarrados”.

 

A pigmentação das fissuras pode ou não indicar a desmineralização do esmalte ou a presença de cárie, no entanto, a maioria das fissuras escurecidas poderão nunca desenvolver uma lesão de cárie.

 

Para um correto diagnóstico deve dirigir-se ao seu dentista, que com o auxilio de um Raio-X e observação clínica, poderá identificar a causa do escurecimento da fissura e indicar-lhe o tratamento mais adequado.

 

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Pigmentação de restaurações

 

Nas restaurações dentárias feitas em compósito (“massas”) há uma maior probabilidade de pigmentarem quando já são restaurações antigas. Esta pigmentação acontece maior parte das vezes na interface entre a restauração e o dente.

 

Para conferir que não passa apenas de pigmentação e que não há infiltração (cárie por baixo) da restauração dirija-se ao seu dentista.rest esc.jpg

Pus nos implantes, é normal?

Hoje em dia as técnicas de reabilitação oral são inúmeras, passando muitas vezes pela colocação de implantes nos locais dos dentes ausentes para se restabelecer a função mastigatória e a estética dentária. No entanto, os implantes são pequenas peças de titânio, perfeitamente compatíveis com o organismo humano, mas que exigem uma manutenção muito assídua para garantir que têm uma grande longevidade.

Quando tal não acontece, as bactérias presentes na cavidade oral, na saliva e nos alimentos são capazes de se alojar na superfície dos implantes e desencadear reações inflamatórias, que se não forem travadas a tempo podem levar a perda do implante.

O primeiro sinal de inflamação é o edema e a coloração da gengiva. Quando a gengiva se apresenta edemaciada, com coloração vermelha/arroxeada, sangramento, drenagem de pus e mau sabor, é sinal que já existe uma inflamação iminente dos tecidos, por falta de uma higiene correta da zona.

Quando estes sintomas perduram e a inflamação não é tratada com brevidade, pode desenvolver-se um cenário de peri-implantite, com a perda dos tecidos de suporte dos implantes, podendo levar à sua perda.

As consultas de Higiene Oral regulares são de extrema importância, sendo capazes de evitar a perda do trabalho de reabilitação e prolongar a sua longevidade.

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Imagem 1-Rx implante 2009   

Imagem 2-Rx implante 2018 com perda óssea, peri-implantite

 

 

 

 

Colocação de implantes através de cirurgia guiada: um método fiável e eficaz.

Ao longo dos anos a Medicina Dentária tem evoluído de forma a beneficiar o conforto dos nossos pacientes.  

 

A utilização de guias cirúrgicas permite que os implantes dentários possam ser colocados de uma forma menos invasiva, sem ser necessário fazer um corte na gengiva, o que permite ter um melhor pós-operatório e conforto para o paciente.

 

Nesta técnica, os implantes são planificados num software que especifica com precisão os locais onde vão ser colocados os implantes. Estes são colocados através de uma pequena perfuração com maior exatidão possível. O procedimento é planificado a partir de um modelo virtual 3D, feito através de um scanner intraoral ou molde digital, e de um CBCT (cone beam computerized tomography).  

 

Este tipo de técnica de colocação de implantes é não só benéfica para o médico dentista, uma vez que reduz 50% do tempo de cirurgia e aumenta a sua precisão, como também traz grandes benefícios para o paciente, tendo em conta que lhe proporciona um melhor conforto e resultado final, pois trata-se de um procedimento minimamente invasivo.  

 

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Como é produzida a voz? O que fazer para manter uma voz saudável?

A voz inicia-se no cérebro, que envia impulsos para a laringe. É na laringe que se localizam as pregas/cordas vocais.

A voz é produzida através da vibração das cordas vocais, sendo essa vibração realizada através do ar dos pulmões que sobe pela traqueia até à laringe e faz vibrar a mucosa das cordas vocais.

Posteriormente o som é ampliado e modelado pelas cavidades de ressonância através da garganta, boca e nariz.

 

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 Como manter uma voz saudável:

  • Evitar gritar;
  • Evitar falar muito alto;
  • Evitar fumar e evitar ambientes com fumo de tabaco;
  • Evitar locais com ar condicionado. (Nos casos em que não for possível deverá fazer uma maior hidratação vocal);
  • Evitar diferenças temperaturas;
  • Evitar o consumo excessivo de bebidas com cafeína, álcool ou gaseificadas;
  • Evitar bebidas muito quentes e ou muito frias.
  • Evitar tossir com demasiada força;
  • Evitar pigarrear (limpar a garganta).
  • Beber água à temperatura natural (entre 6 a 8 copos por dia).
  • Falar devagar, com ritmo e pausas.
  • Limpar o nariz com soro ou outro tipo de soluções nasais.
  • Ter uma postura corporal adequada, porque melhor a respiração e, logo, a voz.