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O que é a cavitação osteonecrótica (NICO)?

As cavitações osteonecróticas são lesões cavitárias, presentes na mandíbula e/ou maxila. Pode se originar a partir de um trauma como extração dentária, onde se desconsiderou a remoção total do ligamento periodontal; tratamento endodôntico; ou até mesmo de um processo infecioso.

 

O termo mais usado, hoje em dia, nos casos dos ossos maxilares, é neuralgia induzida por cavitação osteonecrótica (NICO), mas esse nome é geralmente reservado para aqueles casos associados à dor facial ou maxilomandibular crônica. Para aqueles sem dor, o termo mais genérico é a osteonecrose maxilofacial (OMA).

 

A cavitação osteonecrótica pode ocorrer em pacientes jovens, por volta dos 18 anos de idade, mas também em faixas etárias superiores, ou seja, dos 40 aos 60 anos, preferencialmente, em mulheres. O diagnóstico geralmente envolve um exame clínico e o emprego de radiografias.

 

O tratamento dessas lesões pode ser cirúrgico, promovendo o sangramento local através de osteotomia, ou osteotomia, dependendo do grau e extensão da cavitação osteonecrótica.

 

Os médicos dentistas não são treinados nem para diagnosticar estas lesões, nem para realizar os devidos tratamentos cirúrgicos. Aqui na White Clinic, temos uma equipa medica competente, especializada, apta a realizar estes tratamentos da melhor forma de maneira a proporcionar o melhor resultado possível.

 

 

Imagem de um corte da mandibula humana, onde podemos ver a localização da lesão (parte mais escurecida). 

 

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O que é o Sigmatismo?

O sigmatismo é uma alteração do desempenho articulatório caracterizado pela distorção dos sons fricativos /s/, /z/, /x/ e /j/.

Esta perturbação articulatória, está muitas das vezes, associada a alterações dos órgãos fonoarticulatórios, dentários ou craniofaciais que podem ter origem orgânica, funcional ou orgânico-funcional (exemplo: uso abusivo de chupeta, respiração oral, alterações das arcadas dentárias, entre outras).

Desta forma, o sigmatismo, vulgarmente conhecido por “sopinha de massa” é causado pela alteração da língua dentro da cavidade oral, quando produção dos fonemas suprarreferidos.

Existem quatro tipos de sigmatismo:

  • Sigmatismo interdental – colocação da língua entre os dois dentes incisivos frontais.
  • Sigmatismo anterior – colocação da língua nos dois dentes frontais (som /s/ assobiado).
  • Sigmatismo lateral – o ar escapa pelas laterais da língua, fazendo produção do som com estridência.
  • Sigmatismo palatal – colocação da lingua no palato mole durante a articulação.

 

A reabilitação miofuncional oral é fulcral neste tipo de perturbação articulatória para reeducação do posicionamento lingual no sistema estomatognático.

Quando existem este tipo de alterações é importante a criança ser avaliada por uma equipa constituída por: Médico Dentista, Médico Otorrinolaringologista e Terapeuta da Fala. Só um trabalho em equipa poderá fazer a diferença neste tipo de casos.

 

Função dos dentes na mastigação

Num jogo de xadrez, cada peça posicionada no tabuleiro tem uma função específica. O mesmo acontece com a nossa dentição, em que cada peça dentária tem um papel essencial e uma posição estratégica. Juntamente com os músculos faciais e da mandibula, os dentes tem a função de triturar os alimentos no processo da mastigação, sendo que a sua eficácia depende do padrão em que o alimento e quebrado e da área de contacto entre os dentes.

A mastigação é feita inicialmente pelos dentes incisivos (4 dentes da linha antero-superior e antero-inferior) e caninos, que cortam e “rasgam” os alimentos, passando para os pré-molares que trituram a comida, transformando o bolo alimentar em partes menores e por fim os molares (dentes posteriores), onde os alimentos são pulverizados, isto é, transformados em elementos muito reduzidos e é durante estas etapas do ciclo mastigatório que ocorre a secreção salivar que auxilia na formação e deglutição do bolo alimentar. É importante ter em conta que os dentes incisivos não devem ser utilizados para mastigar os alimentos, sendo essa a maior causa de desgaste e fraturas ao longo dos anos. Os dentes caninos servem para guiar os movimentos da mandíbula durante a mastigação, daí a sua presença e posição nas arcadas dentarias serem primordiais. A sua ausência ou má posição provoca uma sobrecarga na restante dentição.

As dificuldades da mastigação fazem com que as pessoas comam alimentos mais pastosos e de maneira muito rápida, diminuindo o contato com enzimas digestivas salivares, e ainda interferindo na saciedade, uma vez que esta começa cerca de 20 minutos após o início da alimentação.

Por outras palavras, é importante salientar que o nosso sistema digestivo começa pela boca, e que sem a presença de todos os dentes na arcada o organismo pode passar por grandes problemas, sendo primordial a substituição de peças dentárias ausentes com implantes ou próteses removíveis, manter uma boa higiene oral diária e evitar ingerir abundantemente alimentos ácidos e açucarados que possam prejudicar os dentes. 

 

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Fonte: https://www.google.com/search?q=qual+%C3%A9+a+funcao+dos+dentes+na+mastigacao&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ved=0ahUKEwiLjpfJgoDcAhWMvxQKHbayDLAQ_AUICigB&biw=1920&bih=898#imgrc=SaxMz64eErq4xM:

PLANEAMENTO DIGITAL DA COLOCAÇÃO DE IMPLANTES DENTÁRIOS

Apesar das elevadas taxas de sucesso dos implantes dentários descritas em vários estudos científicos, existem por vezes complicações associadas aos mesmos. Estas complicações podem ser relacionadas, entre outros, com as coroas colocadas sobre os implantes ou com a cirurgia em si. A grande maioria destas complicações pode ser evitada através da realização de um planeamento altamente rigoroso antes da cirurgia. O planeamento digital da colocação de implantes dentários permite que os implantes sejam colocados na melhor posição possível tendo em conta não só osso disponível, mas também a prótese final. A utilização desta tecnologia melhora bastante o prognóstico das reabilitações dentárias com implantes. O planeamento digital culmina no desenho (também digital) de uma guia cirúrgica que depois é impressa e usada no dia da cirurgia para colocar os implantes na exata posição que foi planeada.

Do ponto de vista do paciente, o procedimento clínico necessário para poder obter as guias cirúrgicas, é muito simples: basta fazer um molde da boca do paciente e um exame radiográfico que avalia o osso em três dimensões.

A baixo encontram-se algumas imagens ilustrativas deste procedimento:

 

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Fig.1: Situação inicial

 

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Fig.2: Impressão digital da boca do paciente

 

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Fig.3: Exame radiográfico que permite avaliar osso em 3D

 

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Fig.4: Planeamento digital dos implantes

 

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Fig.5: Planeamento digital dos implantes e desenho da guia cirúrgica

 

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Fig.6: Planeamento digital dos implantes e desenho da guia cirúrgica

 

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Fig.7: Modelos 3D e guias cirúrgicas

 

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Fig.8: Cirurgia de colocação de implantes através da guia

 

 

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Fig.9: Cirurgia de colocação de implantes através da guia

 

Raio-X - o que consigo ver?

Muitas vezes vamos ao dentista e gostariamos de perceber o que se vê no raio-x.

Abaixo apresentamos algumas lesões e tratamentos que se podem observar através dos raio-x peri-apicais.

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 Aqui conseguimos ver cálculo, em grande quantidade.

 

 

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 As sombras mais claras representam tratamentos em amálgama.

 

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 Neste raio-x conseguimos ver uma desvitalização, com material endodôntico a preencher os canais da raíz.

 

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A mancha escurecida neste dente representa uma lesão de cárie.

 

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 Este molar apresenta uma lesão peri-apical, que se vê pelas manchas escuras junto à ponta das raízes.

 

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Aqui estão representadas duas coroas de cerâmica.

 

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Neste raio-x podem-se observar dois implantes dentários.

 

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 A mancha mais clara neste raio-x é uma restauração em compósito.

 

 

Os nossos dentes contêm fatores importantes para o crescimento ósseo

Sabia que os dentes contêm importantes fatores de crescimento ósseo?  

Estudos confirmaram os benefícios deste material natural que se obtém a partir dos dentes.  

Tanto a dentina como o osso, são compostos de 30% de colagénio, 60% de hidroxiapatite e 10% de fluido corporal.

Este material pode ser utilizado como enxerto ósseo, e a relação custo-benefício é tanto positiva para o clínico como para o paciente.

Este material também chamado Smart Dentin,é aplicado em técnicas de preservação do alvéolo após a extração dentária, bem como em procedimentos de regeneração óssea guiada ou colocação imediata de implantes.

O triturador de dentina, ou também chamado Dentin Grinder,apresenta uma situação vantajosa para todos, uma vez que, em vez de descartar os dentes extraídos, os dentes são reciclados de maneira biológica e limpos diretamente após a extração, a fim de usá-los como enxerto ósseo autólogo e osteoindutor.

Nesta foto, pode ver uma situação em que nossa equipa aplicou Smart Dentinpara regeneração óssea. 

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Manutenção dos implantes dentários

Após uma reabilitação com implantes dentários, é essencial existir uma manutenção regular para que o tratamento seja duradouro e cumpra as exigências mecânicas, estéticas e funcionais, com sucesso.

Apesar dos implantes serem peças colocadas com o objetivo de substituir a raiz dos dentes, a manutenção deve ser tão ou mais exigente do que um dente natural.

A visita aos profissionais de saúde oral deve ser regular, de modo a avaliar se o implante está integro, se está a manter o nível de osso necessário para manter o implante, se a higiene oral está a ser eficaz e se os componentes protéticos estão ajustados.

A regularidade das consultas de higiene de manutenção de implantes é decidida pelo seu profissional de saúde oral, variando de paciente para paciente e de acordo com as suas necessidades.  Esta rotina não deve ser negligenciada, uma vez que os problemas peri-implantares podem desenvolver-se com muita celeridade e comprometer o tratamento.

Visite o seu médico dentista ou higienista oral para avaliar a sua saúde oral e o seu tratamento de reabilitação com implantes.

 

Restaurações de amálgama substituir ou não?

Amálgama foi, durante muitos anos, o material de eleição em todo o mundo. Trata-se de uma liga metálica, obtida pela mistura de mercúrio com uma limalha que contém prata, estanho e cobre, entre outros metais, tendo a sua composição variado de fabricante para fabricante.

 

Existem vários pontos negativos associados às restaurações em amálgama, sendo um deles a necessidade de criar um espaço para que ele se acomode e isso envolve o desgaste, muitas vezes, de estruturas dentárias saudáveis e estruturas de reforço, como é o caso das cristas marginais e pontes de esmaltes para a confecção do preparo.

 

Um problema frequente destas restaurações são as fraturas das margens de contato com os dentes, ocorrência muito comum que, na maioria dos casos, não provoca dores, motivo pelo qual o paciente não procura o dentista para solucionar o problema. Essas pequenas fraturas facilitam a infiltração de bactérias causadoras das cáries dentárias, que podem levar à perda do dente se a extensão da infiltração for muito grande. 

 

Outro problema cada vez mais emblemática das restaurações com amálgama de prata é a libertação do mercúrio contido na composição para o organismo, já que é um metal bastante tóxico mesmo em concentrações baixas. O mercúrio é considerado o segundo metal não radioativo mais contaminante que existe, sendo absorvido pelo organismo. 

 

É portanto indispensável uma boa aspiração e um bom isolamento, quer aquando da confecção de uma restauração em amálgama, quer aquando da sua remoção ou substituição. Na White Clinic os procedimentos que envolvem a manipulação de amálgama são altamente seguros dado que todas as cadeiras dentárias contém um filtro no seu sistema de aspiração. O amálgama aspirado é então armazenado num compartimento específico deste sistema, sendo recolhido por um técnico especializado, o que evita a libertação de resíduos de amálgama para o meio ambiente e a sua consequente poluição.

 

Ao contrário das amálgamas, as resinas compostas são estéticas e têm como vantagem a não necessidade de desgaste de estrutura dentária saudável para acondicionar o material. O preparo cavitário para as resinas é conservador, quase sempre restrito à área afetada pela lesão (cariosa ou não). Pequenas fraturas são problemas comuns às restaurações. A resina composta, até certo ponto, aceita reparos sobre pequenas fraturas eventuais, ao contrário das restaurações com amálgama.

 

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Fonte:http://cristinacodesseiraodonto.blogspot.pt/2011/11/restauracoes-resina-x-amalgama.html

Alterações Dentárias no Síndrome de Down

O síndrome de Down é causado pela presença de três cromossomas 21 em todas ou na maior parte das células de um indivíduo. Esta alteração ocorre durante a conceção.

Esta alteração genética afeta o desenvolvimento físico e cognitivo. A maioria dos indivíduos com Síndrome de Down apresenta a denominada trissomia 21 simples, ou seja, existe um cromossoma extra presente em todas as células do organismo, devido a um erro na separação dos cromossomas 21 em uma das células dos seus progenitores (disfunção cromossômica).

 

No Síndrome de Down existem várias alterações ao nível dos músculos faciais caracterizados pela hipotonia muscular e consequente perturbação ao nível das funções estomatognáticas.

 

Uma das alterações frequentes é também ao nível da oclusão dentária. As crianças com Sindrome de Down apresentam, por norma, hipoplasia maxilar (diminuição do crescimento ósseo do maxilar superior) e oclusão do tipo Classe III de Angle, frequentemente associada à proclinação dos incisivos inferiores, ao subdesenvolvimento do andar médio e a uma mandibula colocada mais anteriormente.

 

Um dos fatores que definem a má oclusão é a respiração oral devido à associação de:

  • alterações das vias respiratórias superiores (estruturas nasais e nasofaríngeas);
  • alterações da mastigação;
  • agenesias (ausência de dentes);
  • desvio da linha média maxilar;
  • pseudomacroglossia (língua grande);
  • hipotonia muscular (diminuição muscular da língua, lábios e estruturas adjacentes);

 

Neste tipo de síndrome as alterações dentárias, ou seja, as más oclusões mais frequentes são:

  • mordida cruzada posterior;
  • pseudoprognatismo (avanço do maxilar inferior);
  • mordida aberta anterior;

 

Pela complexidade das estruturas associadas a este tipo de disfunção, é fundamental, que a avaliação e o plano de tratamento seja realizado por uma equipa multidisciplinar que avalie as diferentes estruturas inerentes a todas as funções do sistema estomatognático.

Microneedling e PRF: Uma técnica inovadora

Microneedling é um tratamento rejuvenescedor para tratar zonas diversas do corpo ou rosto, sendo considerado o mais atual sistema de terapia para a pele. Este sistema usa múltiplas micro agulhas que perfuram a pele na vertical, potencializando os resultados de rejuvenescimento porque aumenta a absorção do produto ativo cerca de 85%, sem dor e desconforto, sendo assim seguro para o paciente porque há muito menos agressão de epiderme.

Para além de aumentar de forma exponencial as possibilidades de penetração dos princípios ativos, também estimula a ação das plaquetas e fatores de crescimento, para a formação de novo colágeno e elastina, aspetos essenciais para o rejuvenescimento da pele.

Este tratamento é ideal para rugas, cicatrizes de acne e queimaduras, cicatrizes com queloide e estrias.

Hoje em dia, a técnica de microneedling é mais eficaz juntamente com a aplicação de PRF (platlet rich fibrin), técnica que consiste na extração de plasma e fibrina e glóbulos brancos que permitem a libertação de fatores de crescimento, através de uma colheita de sangue, e que é depois aplicado na pele juntamente com o sistema microagulhas, pois permite uma maior absorção por parte da pele. Desta forma conseguimos obter uma regeneração ótima dos tecidos.

O conceito PRF já é aplicado na medicina dentária, sobretudo no âmbito cirúrgico há quase uma década.

A aplicação do microneedling e PRF tem sido ultimamente feita por médicos dentistas na zona perioral, tendo-se observado excelentes resultados e muito promissores, sobretudo na eliminação de rugas, marcas e manchas na pele.

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