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PLANEAMENTO DIGITAL DA COLOCAÇÃO DE IMPLANTES DENTÁRIOS

Apesar das elevadas taxas de sucesso dos implantes dentários descritas em vários estudos científicos, existem por vezes complicações associadas aos mesmos. Estas complicações podem ser relacionadas, entre outros, com as coroas colocadas sobre os implantes ou com a cirurgia em si. A grande maioria destas complicações pode ser evitada através da realização de um planeamento altamente rigoroso antes da cirurgia. O planeamento digital da colocação de implantes dentários permite que os implantes sejam colocados na melhor posição possível tendo em conta não só osso disponível, mas também a prótese final. A utilização desta tecnologia melhora bastante o prognóstico das reabilitações dentárias com implantes. O planeamento digital culmina no desenho (também digital) de uma guia cirúrgica que depois é impressa e usada no dia da cirurgia para colocar os implantes na exata posição que foi planeada.

Do ponto de vista do paciente, o procedimento clínico necessário para poder obter as guias cirúrgicas, é muito simples: basta fazer um molde da boca do paciente e um exame radiográfico que avalia o osso em três dimensões.

A baixo encontram-se algumas imagens ilustrativas deste procedimento:

 

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Fig.1: Situação inicial

 

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Fig.2: Impressão digital da boca do paciente

 

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Fig.3: Exame radiográfico que permite avaliar osso em 3D

 

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Fig.4: Planeamento digital dos implantes

 

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Fig.5: Planeamento digital dos implantes e desenho da guia cirúrgica

 

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Fig.6: Planeamento digital dos implantes e desenho da guia cirúrgica

 

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Fig.7: Modelos 3D e guias cirúrgicas

 

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Fig.8: Cirurgia de colocação de implantes através da guia

 

 

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Fig.9: Cirurgia de colocação de implantes através da guia

 

Raio-X - o que consigo ver?

Muitas vezes vamos ao dentista e gostariamos de perceber o que se vê no raio-x.

Abaixo apresentamos algumas lesões e tratamentos que se podem observar através dos raio-x peri-apicais.

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 Aqui conseguimos ver cálculo, em grande quantidade.

 

 

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 As sombras mais claras representam tratamentos em amálgama.

 

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 Neste raio-x conseguimos ver uma desvitalização, com material endodôntico a preencher os canais da raíz.

 

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A mancha escurecida neste dente representa uma lesão de cárie.

 

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 Este molar apresenta uma lesão peri-apical, que se vê pelas manchas escuras junto à ponta das raízes.

 

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Aqui estão representadas duas coroas de cerâmica.

 

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Neste raio-x podem-se observar dois implantes dentários.

 

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 A mancha mais clara neste raio-x é uma restauração em compósito.

 

 

Os nossos dentes contêm fatores importantes para o crescimento ósseo

Sabia que os dentes contêm importantes fatores de crescimento ósseo?  

Estudos confirmaram os benefícios deste material natural que se obtém a partir dos dentes.  

Tanto a dentina como o osso, são compostos de 30% de colagénio, 60% de hidroxiapatite e 10% de fluido corporal.

Este material pode ser utilizado como enxerto ósseo, e a relação custo-benefício é tanto positiva para o clínico como para o paciente.

Este material também chamado Smart Dentin,é aplicado em técnicas de preservação do alvéolo após a extração dentária, bem como em procedimentos de regeneração óssea guiada ou colocação imediata de implantes.

O triturador de dentina, ou também chamado Dentin Grinder,apresenta uma situação vantajosa para todos, uma vez que, em vez de descartar os dentes extraídos, os dentes são reciclados de maneira biológica e limpos diretamente após a extração, a fim de usá-los como enxerto ósseo autólogo e osteoindutor.

Nesta foto, pode ver uma situação em que nossa equipa aplicou Smart Dentinpara regeneração óssea. 

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Manutenção dos implantes dentários

Após uma reabilitação com implantes dentários, é essencial existir uma manutenção regular para que o tratamento seja duradouro e cumpra as exigências mecânicas, estéticas e funcionais, com sucesso.

Apesar dos implantes serem peças colocadas com o objetivo de substituir a raiz dos dentes, a manutenção deve ser tão ou mais exigente do que um dente natural.

A visita aos profissionais de saúde oral deve ser regular, de modo a avaliar se o implante está integro, se está a manter o nível de osso necessário para manter o implante, se a higiene oral está a ser eficaz e se os componentes protéticos estão ajustados.

A regularidade das consultas de higiene de manutenção de implantes é decidida pelo seu profissional de saúde oral, variando de paciente para paciente e de acordo com as suas necessidades.  Esta rotina não deve ser negligenciada, uma vez que os problemas peri-implantares podem desenvolver-se com muita celeridade e comprometer o tratamento.

Visite o seu médico dentista ou higienista oral para avaliar a sua saúde oral e o seu tratamento de reabilitação com implantes.

 

Restaurações de amálgama substituir ou não?

Amálgama foi, durante muitos anos, o material de eleição em todo o mundo. Trata-se de uma liga metálica, obtida pela mistura de mercúrio com uma limalha que contém prata, estanho e cobre, entre outros metais, tendo a sua composição variado de fabricante para fabricante.

 

Existem vários pontos negativos associados às restaurações em amálgama, sendo um deles a necessidade de criar um espaço para que ele se acomode e isso envolve o desgaste, muitas vezes, de estruturas dentárias saudáveis e estruturas de reforço, como é o caso das cristas marginais e pontes de esmaltes para a confecção do preparo.

 

Um problema frequente destas restaurações são as fraturas das margens de contato com os dentes, ocorrência muito comum que, na maioria dos casos, não provoca dores, motivo pelo qual o paciente não procura o dentista para solucionar o problema. Essas pequenas fraturas facilitam a infiltração de bactérias causadoras das cáries dentárias, que podem levar à perda do dente se a extensão da infiltração for muito grande. 

 

Outro problema cada vez mais emblemática das restaurações com amálgama de prata é a libertação do mercúrio contido na composição para o organismo, já que é um metal bastante tóxico mesmo em concentrações baixas. O mercúrio é considerado o segundo metal não radioativo mais contaminante que existe, sendo absorvido pelo organismo. 

 

É portanto indispensável uma boa aspiração e um bom isolamento, quer aquando da confecção de uma restauração em amálgama, quer aquando da sua remoção ou substituição. Na White Clinic os procedimentos que envolvem a manipulação de amálgama são altamente seguros dado que todas as cadeiras dentárias contém um filtro no seu sistema de aspiração. O amálgama aspirado é então armazenado num compartimento específico deste sistema, sendo recolhido por um técnico especializado, o que evita a libertação de resíduos de amálgama para o meio ambiente e a sua consequente poluição.

 

Ao contrário das amálgamas, as resinas compostas são estéticas e têm como vantagem a não necessidade de desgaste de estrutura dentária saudável para acondicionar o material. O preparo cavitário para as resinas é conservador, quase sempre restrito à área afetada pela lesão (cariosa ou não). Pequenas fraturas são problemas comuns às restaurações. A resina composta, até certo ponto, aceita reparos sobre pequenas fraturas eventuais, ao contrário das restaurações com amálgama.

 

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Fonte:http://cristinacodesseiraodonto.blogspot.pt/2011/11/restauracoes-resina-x-amalgama.html

Alterações Dentárias no Síndrome de Down

O síndrome de Down é causado pela presença de três cromossomas 21 em todas ou na maior parte das células de um indivíduo. Esta alteração ocorre durante a conceção.

Esta alteração genética afeta o desenvolvimento físico e cognitivo. A maioria dos indivíduos com Síndrome de Down apresenta a denominada trissomia 21 simples, ou seja, existe um cromossoma extra presente em todas as células do organismo, devido a um erro na separação dos cromossomas 21 em uma das células dos seus progenitores (disfunção cromossômica).

 

No Síndrome de Down existem várias alterações ao nível dos músculos faciais caracterizados pela hipotonia muscular e consequente perturbação ao nível das funções estomatognáticas.

 

Uma das alterações frequentes é também ao nível da oclusão dentária. As crianças com Sindrome de Down apresentam, por norma, hipoplasia maxilar (diminuição do crescimento ósseo do maxilar superior) e oclusão do tipo Classe III de Angle, frequentemente associada à proclinação dos incisivos inferiores, ao subdesenvolvimento do andar médio e a uma mandibula colocada mais anteriormente.

 

Um dos fatores que definem a má oclusão é a respiração oral devido à associação de:

  • alterações das vias respiratórias superiores (estruturas nasais e nasofaríngeas);
  • alterações da mastigação;
  • agenesias (ausência de dentes);
  • desvio da linha média maxilar;
  • pseudomacroglossia (língua grande);
  • hipotonia muscular (diminuição muscular da língua, lábios e estruturas adjacentes);

 

Neste tipo de síndrome as alterações dentárias, ou seja, as más oclusões mais frequentes são:

  • mordida cruzada posterior;
  • pseudoprognatismo (avanço do maxilar inferior);
  • mordida aberta anterior;

 

Pela complexidade das estruturas associadas a este tipo de disfunção, é fundamental, que a avaliação e o plano de tratamento seja realizado por uma equipa multidisciplinar que avalie as diferentes estruturas inerentes a todas as funções do sistema estomatognático.

Microneedling e PRF: Uma técnica inovadora

Microneedling é um tratamento rejuvenescedor para tratar zonas diversas do corpo ou rosto, sendo considerado o mais atual sistema de terapia para a pele. Este sistema usa múltiplas micro agulhas que perfuram a pele na vertical, potencializando os resultados de rejuvenescimento porque aumenta a absorção do produto ativo cerca de 85%, sem dor e desconforto, sendo assim seguro para o paciente porque há muito menos agressão de epiderme.

Para além de aumentar de forma exponencial as possibilidades de penetração dos princípios ativos, também estimula a ação das plaquetas e fatores de crescimento, para a formação de novo colágeno e elastina, aspetos essenciais para o rejuvenescimento da pele.

Este tratamento é ideal para rugas, cicatrizes de acne e queimaduras, cicatrizes com queloide e estrias.

Hoje em dia, a técnica de microneedling é mais eficaz juntamente com a aplicação de PRF (platlet rich fibrin), técnica que consiste na extração de plasma e fibrina e glóbulos brancos que permitem a libertação de fatores de crescimento, através de uma colheita de sangue, e que é depois aplicado na pele juntamente com o sistema microagulhas, pois permite uma maior absorção por parte da pele. Desta forma conseguimos obter uma regeneração ótima dos tecidos.

O conceito PRF já é aplicado na medicina dentária, sobretudo no âmbito cirúrgico há quase uma década.

A aplicação do microneedling e PRF tem sido ultimamente feita por médicos dentistas na zona perioral, tendo-se observado excelentes resultados e muito promissores, sobretudo na eliminação de rugas, marcas e manchas na pele.

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Consulta de Higiene Oral, é suposto provocar dor?

As consultas de Higiene Oral de manutenção têm como objetivo remover os depósitos moles e duros que se acumulam na superfície dentária, assim como fazer um check-up e diagnóstico de patologias orais, de modo a serem encaminhados devidamente.

No entanto, muitos pacientes vão receosos para a consulta de Higiene oral devido à possibilidade de desconforto e sintomatologia dolorosa.

Para pacientes que não fazem consulta de Higiene de manutenção à mais tempo, é normal que acumulem mais depósitos e durante a consulta exijam um esforço maior por parte do profissional de saúde oral, assim como existe a necessidade de abranger profundidades maiores para ser possível remover os depósitos que se acumulam junto à raiz dos dentes. Mas este processo não pode nem deve ser doloroso para o paciente. É importante que o paciente vá sempre manifestando o que está a sentir durante a consulta, de modo a que a abordagem do profissional seja adaptada a cada pessoa.

Em casos de inflamação gengival, é importante que a higiene seja feita em detalhe, de modo a ser possível remover a carga bacteriana causadora da inflamação. Este processo pode provocar alguma dor e desconforto, mas existem estratégias para tornar este processo o mais confortável possível. Pode sempre recorrer-se a anestesia, ou dividir a consulta em várias sessões, para permitir que a gengiva vá desinflamando aos poucos e seja mais fácil de higienizar, sem dor.

Quando existe sensibilidade dentinária, o paciente deve fazer uma abordagem dessensibilizante semanas antes da consulta, com recurso a pastas e colutórios apropriados.

Na White Clinic, apelamos sempre ao conforto do paciente, sendo essa a nossa maior prioridade.

A Era Digital - Caso clinico

Hoje em dia quase tudo é digital à nossa volta, e a medicina dentária não é excepção. 

A utilização de tecnologias digitais na medicina dentária vem optimizar de forma substancial os tratamentos dentários. Permite poupar tempo, vindas ao dentista e, muitas vezes, aumentar a qualidade do serviço médico prestado. 

O caso clinico ilustrado nas fotografias abaixo é um caso totalmente digital, desde o planeamento à execução propriamente dita. Neste caso, antes de avançar para o tratamento, foi feito um mock-up (procedimento que permite ao paciente visualizar o futuro resultado final na sua boca, antes de iniciar o tratamento) também ele totalmente digital: a nova forma dos dentes foi desenhada no computador usando o software específico e o modelo dos dentes foi impresso numa impressora 3D. Todas as impressões feitas aos dentes foram digitais, usando um scanner intra-oral. A reabilitação foi feita com facetas também elas criadas digitalmente. O resultado final ficou muito bem e o paciente muito satisfeito! 

 

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Situação inicial 

 

Scanner inicial

Impressão digital inicial 

 

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 Desenho em computador dos dentes para o mock-up 

 

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 Impressão do modelo dos dentes na impressora 3D

 

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Modelos 3D impressos

 

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 Antes e Depois com o mock-up

 

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Preparação dos dentes para colocar as facetas

 

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 Impressão digital dos dentes preparados

 

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 Facetas e overlays em cerâmica no modelo 3D

 

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Resultado final

 

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 Resultado final - Antes & Depois

 

Dente com mobilidade, é normal?

A mobilidade dentária ocorre diariamente e de forma discreta em todos os dentes naturais e saudáveis, (denominada de mobilidade fisiológica funcional), durante a mastigação e deglutição dos alimentos por exemplo. O dente movimenta-se no seu alvéolo (osso em volta da raiz) pelo ligamento periodontal, que são pequenas fibras que unem o dente a esse alvéolo, sendo que os incisivos, que ficam na parte da frente da boca, têm maior mobilidade que os dentes posteriores, como os molares.

Esse movimento pode ser um pouco maior quando os dentes são submetidos a grandes forças, como no caso de pacientes com bruxismo, ou até por questões hormonais, no caso de gravidez, ciclo menstrual ou uso de contracetivos.

 

Há outras circunstâncias que podem provocar uma mobilidade ainda maior do dente e que necessitam de maior atenção, tais como:

 

- Mobilidade causada por acidentes: ocorre quando o dente sofre um traumatismo e, em consequência, o ligamento periodontal, composto por fibras em volta da raiz do dente, é estirado ou comprimido. Quanto maior o trauma, maior será a mobilidade do dente. Normalmente, a cura é espontânea. Em casos mais severos, é necessário fixar o dente traumatizado temporariamente.

- Mobilidade relacionada à oclusão dentária: ocorre quando um dente está mal posicionado, o que pode interferir na mordida (relacionamento dos dentes superiores e inferiores). Nesse caso, é necessário um ajuste para distribuir as forças mastigatórias entre todos os dentes.

- Mobilidade relacionada com prótese e restauração: os dentes não se encontram isolados na boca, eles fazem parte duma engrenagem. Assim, os superiores relacionam-se com os inferiores em várias posições e de uma forma dinâmica (oclusão). Quando é feita uma prótese ou uma restauração, deverá ser respeitada a oclusão, caso contrário poderá ocorrer o que se costuma chamar de "contacto prematuro", que poderá levar à mobilidade dentária, pois proporciona um aumento da carga sobre o dente restaurado. Para a correção, deverão ser realizados ajustes nesses trabalhos ou ainda a sua substituição.

- Mobilidade causada por pulpites (inflamação da polpa dentária): esta inflamação, que ocorre dentro do nervo, poderá também provocar uma inflamação das fibras periodontais que circundam a raiz do dente afetado. Em decorrência disso ocorre uma maior mobilidade, que pode ser acompanhada de extrusão, dando a sensação de que o dente "cresceu". Após o tratamento endodôntico (desvitalização), a inflamação desaparece e o dente volta ao seu lugar e a ter a mobilidade natural (fisiológica).

- Mobilidade causada por tratamento ortodôntico (correção de dentes mal posicionados): para a correção da má posição de um dente, é necessário a aplicação de uma força determinada, capaz de fazer a movimentação do dente. Para isso, são utilizados aparelhos ortodônticos fixos ou móveis. Entretanto, esse tratamento provoca um aumento na mobilidade do dente, principalmente logo após a ativação (aperto) do aparelho. Depois de 48 horas, a mobilidade excessiva volta aos níveis normais.

- Mobilidade causada por doença periodontal: a doença periodontal provoca a reabsorção do osso alveolar que envolve o dente e também a destruição do ligamento periodontal. Essa destruição, causada por bactérias, é gradual, lenta e indolor e, em consequência, leva ao aumento progressivo da mobilidade dentária, que já não poderá ser considerada fisiológica. Há necessidade de tratamento, que consiste inicialmente na raspagem da placa bacteriana que adere à superfície radicular. Em casos extremos, nos quais a doença se encontra em níveis muito avançados, não é possível manter o dente, sendo indicada a extração.

 

A mobilidade pode ser um importante alerta do início de algum problema grave. Por isso, diante de qualquer alteração nos dentes, é necessário tomar providências rápidas para obter os melhores resultados.

 

Fonte: https://www.google.pt/search?q=mobilidade+dent%C3%A1ria&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ved=0ahUKEwjRh7yzzNXZAhVGWRQKHURaBXYQ_AUICigB&biw=1920&bih=925#imgrc=tonDnFPPdeVSPM: