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Linha White

Binge Eating - Conhece esta perturbação alimentar?

A Perturbação da Ingestão Alimentar Compulsiva ou Binge Eating é das perturbações alimentares a que tem a descrição mais recente e, segundo alguns estudos a que apresenta a maior prevalência não só entre os pacientes com perturbações do comportamento alimentar (30%) como na população geral (4,6%).

 

 

As pessoas que têm esta perturbação são geralmente adultos e frequentemente recorrem a tratamento para a obesidade. Ao contrário do que é mais comum na Anorexia e Bulimia Nervosa, também afecta os homens, sendo a perturbação alimentar que regista menos diferença entre os sexos.
Tal como na Bulimia, é caracterizada pela ingestão descontrolada de comida, pelo menos duas vezes por semana, durante um periodo de 6 meses. Estes episódios frequentes de ingestão alimentar compulsiva tendem a ser desencadeados devido a alterações de humor, tensões emocionais ou problemas do dia-a-dia, funcionando esta ingestão de comida como um ansiolítico que tem como função a estabilização emocional mas, contrariamente à Bulimia Nervosa, as pessoas com esta perturbação não utilizam métodos de compensação (purga, abuso laxantes, jejum ou o exercício físico excessivo) nem exibem regras rígidas de dieta.

Habitualmente esta perturbação associa-se a uma tendência para a sobrealimentação sendo que, a maioria das pessoas têm excesso de peso ou são obesos. Como na Bulimia Nervosa, verifica-se falta de controlo sobre a alimentação, manifestada sobre a forma de grandes ingestões alimentares (sem existir fome), que são efectuados num curto espaço de tempo, ficando o sentimento de culpa, ineficácia e desgosto. As ingestões causam mal-estar, preocupações com os efeitos da ingestão sobre o peso e a imagem corporal. Os episódios estão frequentemente associados à ingestão mais rápida do que o habitual de grandes quantidades, de comer sem sentir fome e de comer sozinho com grande voracidade.
Tem como sintomas físicos oscilações constantes de peso e como sintomas psicológicos a depressão, ansiedade, sentimentos de culpa, sentimentos de ineficácia, pensamentos frequentes sobre comida, isolamento social e pensamentos suicidas. Como consequências fisicas, a obesidade, diabetes, colesterol elevado, pressão arterial elevada, problemas respiratórios, renais, ósseos, artrites, problemas de pele e menstruação irregular.


Se reconhece estes sintomas nâo hesite em procurar ajuda. Trata-se de uma perturbação psicológica, que pode ter graves consequências fisicas e emocionais.

 

Catarina de Castro Lopes

Directora Clinica de Psicologia na White

Existem emoções negativas e positivas?

As emoções não são boas nem más, nem positivas ou negativas. Podem ser agradáveis ou desagradáveis mas são todas adaptativas, isto é, orientam-nos para a nossa sobrevivência.

Na nossa cultura e sociedade está de alguma forma implícito que sentir algumas emoções é mau. Não devemos mostrar-nos tristes e o choro deve ser evitado, existindo uma pressão social para estarmos sempre bem dispostos e sorridentes. Fomos educados a não expressar raiva e quanto ao medo é só para os mais fracos. Expressões como “Homem que é homem não chora” ou “Não tens motivos para estar triste” é o mesmo que dizer: “Não expresses os teus sentimentos”. A falta de permissão e apoio para sentir e expressar as emoções e o desconforto experienciado leva a que muitas pessoas as anulem ou neguem, em vez de as regularem e expressarem adequadamente.

 

Porque ficamos tristes, com raiva, com medo ou desesperados? Para que servem as emoções? Compreender os propósitos e as funções das emoções, pode ajudar-nos a entender como podemos ter “saúde” emocional e como mantê-la ou recuperá-la.

 

Tomemos como exemplo a tristeza, uma resposta a uma perda de algo ou de alguém, habitualmente relacionada a uma situação passada. Por que sentimos tristeza? Tente pensar nos resultados de um bom choro, ou da quietude e descanso que acompanham esta emoção. A maioria das pessoas, depois de um período de tristeza intenso, fica com uma sensação de alívio, de limpeza, de se terem desprendido de algo. Este é um dos propósitos desta emoção: ajudar-nos a deixar ir o que já perdemos, o que já acabou e abrir espaço para o crescimento, para novas pessoas ou novas “coisas”. A tristeza também nos predispõe a descansar, a recuperar as energias, da mesma forma que descansaríamos e nos recuperaríamos depois de uma lesão física. Se a expressarmos adequadamente, entregamos o passado ao passado e mais facilmente nos movimentamos para o presente, prontos e abertos para novas possibilidades. Assim, processar a tristeza é potencialmente reparador, não esquecendo também a sua função de despertar a empatia nos outros, provocar o cuidado, convidar ao consolo e à ajuda.

Agora imagine uma situação em que sentiu raiva, que se sentiu injustiçado ou enganado. Tente lembrar-se das sensações no seu corpo. Os punhos e os maxilares tendem a fechar-se, há uma tensão geral nos ombros, braços e pernas e o corpo fica mais quente. É a raiva, que nos faz “ferver” e mudar aquilo que acreditamos estar errado. Torna-nos mais fortes, mobiliza a nossa energia e cria em nós um impulso para a acção que visa superar um obstáculo. A sua expressão, adequada, tem como propósito defender os nossos direitos.

 

Examinemos o medo. Diferentemente da raiva e da tristeza, está habitualmente relacionado com o futuro. É uma espécie de aviso sobre a possibilidade de alguma ameaça. O medo prepara-nos para o perigo, real ou imaginado. Ficamos alerta para algo que está prestes a acontecer. É uma reacção de luta ou fuga que leva a modificações fisiológicas: os músculos ficam tensos (o que nos deixa prontos a lutar ou fugir), a respiração acelerada e superficial, os batimentos cardíacos aumentam, sentimos o frio no estômago e os olhos ficam abertos e alerta, o que nos deixa mais despertos e conscientes. Estas modificações fisicas preparam-nos para enfrentar o perigo, para detectá-lo adequadamente, para eliminá-lo ou para fugir. Este é o propósito do medo, no entanto é uma emoção desvalorizada socialmente. Tornou-se comum para muitos homens a tentativa de negar as reações naturais associadas a esta emoção (“um homem não deve ter medo”), resultando daí uma série de distorções (esconder o medo com outras emoções) e de conseqüências devastadoras (por exemplo, comportamentos inapropriados ou disfuncionais).

Quando o medo nos paralisa, incapacitando-nos para uma acção adequada, podemos estar perante traumas ou interferencias anteriores. Nestes casos, não só o medo, como qualquer outra emoção passa a ter um efeito desadaptativo e desorganizador sobre a personalidade.

 

As emoções têm funções cruciais para nossa sobrevivência. O corpo responde com reações fisiológicas por algum motivo. Se a raiva, não tivesse um propósito biológico, nós viveríamos sempre calmos. Se a tristeza não tivesse um propósito biológico, nós nunca derramaríamos uma lágrima.

 

Os exemplos anteriores foram lembrados para introduzir um princípio psicológico que me parece essencial: não existem emoções inúteis, prejudiciais ou negativas. Todas têm um propósito útil. Se forem negadas, suprimidas ou distorcidas, terão um efeito desastroso a curto ou a longo prazo sobre nós e sobre aqueles que nos rodeiam. A tristeza ou a raiva não processada adequadamente pode levar à depressão. Sentir tristeza é natural, faz parte da nossa biologia, a depressao é patologia. O mesmo acontece com o medo, se o negarmos corremos o risco de sofrermos de alguma perturbação de ansiedade.

O conceito de emoções negativas, tem um significado de inútil ou prejudicial, que se refere ao facto de certas emoções serem sentidas como desagradáveis. Mesmo estas que sentimos subjetivamente como desagradáveis (tristeza, medo, raiva, etc.) são úteis, têm uma função precisa e devem ser experienciadas e expressadas adequadamente para que sejam potencialmente reparadoras.


 

Pense nisto. Aceite as suas emoções e perceba as “mensagens” que o seu corpo lhe dá. Não só é licito sentir dor, raiva, medo ou tristeza, como é uma boa forma de prevenir o aparecimento de perturbações psicológicas.

Se sentir dificuldade em entrar em contacto com as suas emoções e expressá-las apropriadamente não hesite em procurar ajuda de psicoterapia.

 

Catarina de Castro Lopes

Directora Clinica de Psicologia da White

Que máscaras usa?

Quando usamos uma mascara de Carnaval podemos esconder a nossa identidade e transformarmo-nos nem que seja por breves momentos. Podemos dar azo à fantasia e mergulhar nos vários “eus” que habitam dentro de nós.

Muitas vezes usamos mascaras sociais como esconderijo da nossa identidade, de forma a sentirmo-nos mais seguros e protegidos. Na realidade usamo-las todos os dias e é desta forma que desempenhamos os vários papeis nas nossas vidas – o papel de mãe, de filho, de amigo, de namorado, de profissional. É com estas mascaras que nos relacionamos e que temos as atitudes adequadas para cada circunstancia.

Usarmos mascaras sociais não significa que sejamos falsos ou más pessoas. Se observar o comportamento de determinadas pessoas em contexto social, por exemplo numa festa, vai reparar em múltiplos tipos de mascaras. Verá os mais curiosos, os reservados, os desconfiados, os excêntricos e uma infinidade de outras formas de estar em ambiente festivo.

Comportamo-nos de determinada forma quando estamos numa festa com amigos e de outra totalmente distinta se estivermos no nosso local de trabalho. Assumimos posturas diferentes, adequadas a cada contexto. O vocabulário que usamos muda, vestimo-nos de forma diferente e interagimos mostrando mais ou menos as nossas emoções.

Contudo, é importante perceber se o uso destas mascaras é efectivamente vantajoso, isto é, se garantem a aprovação dos outros, melhoram o seu desempenho nas diversas áreas da sua vida e lhe trazem bem-estar. Se pelo contrario o tornam numa pessoa menos espontânea, mais receosa, insegura ou mais dependente da opinião dos outros, então talvez esteja na altura de mudar de mascara. Ou seja, é importante reflectir:

Quem é que está por trás de todas estas mascaras que usa e que função desempenham na sua vida?

 

Pense nisto!

 

 

 

 

Catarina de Castro Lopes

Diretora Clínica de Psicologia na White

Perturbação Obsessivo-Compulsiva

“A incerteza dos acontecimentos é sempre mais difícil de suportar que o próprio acontecimento.”

Jean Massillon



 

 

A Perturbação obsessivo-compulsiva (POC) trata-se de uma das perturbações de ansiedade que provoca mais desgaste físico, emocional e intelectual.

É reconhecida actualmente como a quarta perturbação psicológica mais expressiva na sua prevalência (1 em cada 40 adultos) mas até há pouco tempo acreditava-se ser rara e antes dos anos 60 não existia tratamento eficaz. Felizmente a realidade de hoje é outra e existem já formas de intervir, que permitem uma melhoria significativa de sintomas.

 

O que é a Perturbação Obsessivo-Compulsiva?

 

Esta perturbação é caracterizada por pensamentos, impulsos ou imagens mentais desagradáveis e recorrentes (obsessões) e/ou comportamentos repetitivos e ritualizados (compulsões). As pessoas têm consciência que as suas obsessões e compulsões são irracionais ou excessivas, mas não conseguem ter controlo sobre elas. Esta consciencia cria por vezes o receio que os outros o considerem fraco ou "maluco", por isso frequentemente escondem os sintomas e evitam procurar ajuda.

O facto de estes pensamentos surgirem intrusivamente, vindos do nada e de resistirem em desaparecer, apesar dos esforços feitos nesse sentido, origina um elevado desconforto e ansiedade. Surgem, assim, as compulsões ou rituais compulsivos, isto é, a pessoa sente que tem que fazer algo para reduzir o mal-estar, que acabam por cumprir uma função de controlo de ansiedade, ainda que inadequado. Estes comportamentos são, na maior parte das vezes, comportamentos exteriores e tornam-se bastante visíveis, contrariamente às obsessões. 

 

Obsessões mais frequentes:

-       Medo da existência de germes, de contaminação e sujidade;

-       Medo de perder o controlo sobre impulsos agressivos ou violentos;

-       Sentimentos extremos de responsabilidade pela segurança de outros;

-       Preocupação exagerada pela ordem;

-       Organizaçao e simetria - necessidade de ter os objectos por uma determinada ordem; 

-       Incapacidade para deitar fora bens inuteis ou já deteriorados;

-       Pensamentos ou impulsos intrusivos e indesejados de natureza sexual;

-       Duvidas constantes;

-       Necessidade de contar;

-       Medo de certos números, cores ou palavras.

 

Compulsões mais comuns:

-       Lavagens excessivas;

-       Rituais de limpeza;

-       Acções repetitivas como tocar, contar, colocar em ordem e coleccionar;

-       Rituais de verificação (do gás, do fecho das portas, das janelas, das torneiras, etc);

-       Tocar, bater, esfregar (determinados objectos, partes do corpo, etc)

-       Contar (objectos, palavras);

-       Organizar, colocar em ordem e/ou de acordo com uma noção especifica de simetria ou organização espacial;

-       Coleccionar objectos (inúteis e não valiosos);

-       Actos do tipo supersticioso que ajudam a reduzir o medo das obsessões.

 

A pessoa pode ter um ou mais destes sintomas, os quais podem variar ao longo da perturbação.

  

Se se identifica com alguns destes sintomas não hesite em procurar ajuda psicológica ou psicoterapêutica.



Catarina de Castro Lopes

Directora Clinica do Departamento de Psicologia

Enfrente o ano novo com optimismo!

Todos os dias nos deparamos com noticias ou comentários sobre a recessão económica. Tem-se tornado tema muito debatido, surgindo frequentemente em conversa com amigos, em reuniões de trabalho ou às refeições com a família. Seja onde for este assunto é o centro das atenções. A esta situação acresce ainda o desemprego e as dificuldades familiares que aumentam exponencialmente.

Como podemos manter o equilíbrio emocional durante este período?

 

1.  Foque-se naquilo que pode controlar

Aquilo em que nos focamos pode mudar radicalmente a forma como nos sentimos. Pode não ter controlo sobre a situação económica do país, mas com certeza terá sobre alguns aspectos da sua vida e inclusivé poderá ter sobre a sua própria situação económica. Se já fez tudo o que está ao seu alcance, então, será que vale a pena preocupar-se tanto com aquilo que não controla? 

 

2. Estabeleça prioridades

Comece por clarificar o que é realmente importante para si. Podemos escolher perceber que as pessoas de quem mais gostamos são mais valiosas do que algo que nos faz andar constantemente stressados e sobre o qual não temos controlo. Saiba apreciar aquilo que tem e perceba o que é mais importante na sua vida.

 

3. Partilhe as suas preocupações

A nossa família e amigos são muito importantes na nossa vida. São eles que nos dão sentido à vida e que nos prestam o apoio mais imediato em alturas de crise. Não se isole! Crie e desenvolva a sua rede de contactos. Participe em encontros, almoce com colegas de trabalho e procure antigos amigos da escola ou da faculdade. 

 

4. Deixe de se lamentar

Continuar a lamentar-se sobre os problemas económicos ou a comentar as más noticias vai melhorar a situação? Se chegou à conclusão que de nada adianta, então aproveite para fazer algumas actividades que possam estar ao seu alcance. Se perdeu o emprego envolva-se em acções que o façam sentir-se útil e melhor consigo mesmo. Procure verificar se existem algumas competências que precisa melhorar. Veja a sua situação como uma oportunidade e aproveite para aprender!

 

5. A situação irá restabelecer-se

A crise não será eterna... Como sabe a história irá repetir-se e a nossa economia vai recuperar, como em todas as crises. Depois da tempestade virá a bonança! E não se esqueça que não está sozinho, estamos todos no mesmo barco.

  

6. Veja os benefícios

Existem oportunidades em tempos de crise. Por exemplo, se for o caso de ter menos dinheiro, pode servir para perceber que consumia muitos produtos desnecessariamente.

 

7. Abandone o medo

De que lhe vale estar ansioso e aborrecido? Corre o risco de entrar num ciclo pessimista, inibindo a sua criatividade e deste modo qualquer solução que possa ser viável para resolver a sua situação económica. Quanto mais medo temos, menos nos atrevemos a tomar decisões e mais difícil será sairmos desta crise.

 

8. Mude o seu vocabulário

As palavras que usamos têm impacto naquilo que sentimos. Se disser a si mesmo que “está tudo perdido” com certeza terá sentimentos de desesperança, tristeza e frustração. Expressões como esta agravam ainda mais o nosso mal-estar, mantendo-nos focados no medo em vez de nos permitir pensar em soluções.

 

9. Escolha sentir-se bem!

Aceite a situação. Afinal que mais pode fazer? Atenção, que aceitar não significa resignar-se ou tornar-se vulnerável. Significa perceber que é na realidade a nossa situação actual. Porque não focar-se intencionalmente no que é importante para si, naquilo que o faz sentir bem, que lhe traz alegria e motivação? Estamos todos os dias rodeados de oportunidades para sermos felizes mas é preciso olharmos para elas. A escolha está nas suas mãos! Pode continuar a sentir medo, mas porque não escolher experienciar esperança e gratidão? Reconhecer que tem capacidade para viver a situação de crise de uma forma diferente, mais optimista, também pode ser uma opção.

Quando mudamos o significado de algo para nós, isto é, quando mudamos a nossa interpretação, mudamos as nossas emoções.

 

 

Desejo-lhe um novo ano de tranquilidade e bem-estar! Fique bem. 

 

Catarina de Castro Lopes 

Directora Clínica de Psicologia da White

Depressão Sazonal

No Outono ou Inverno podemos sentir vontade de dormir mais, optar por comidas mais fortes (doces e hidratos de carbono) e apresentar mudanças na nossa energia e motivaçao diária. Todas estas alterações se manifestam de diferentes formas entre as pessoas, no entanto, só podemos afirmar que se trata de depressão sazonal quando estas mudanças passam a apresentar problemas significativos no nosso dia-a-dia.

 

1. O que é a Depressão Sazonal?

A caracteristica principal é o inicio e a remissão de episódios depressivos em alturas particulares do ano. Na maioria dos casos os episódios começam no Outono ou no Inverno e desaparecem na Primavera.

 

2. Quais os principais sinais de alarme?

Os episódios de depressão sazonal são frequentemente caracterizados por alterações do sono e apetite, insónia ou sono prolongado, exaustão e fraqueza, isolamento ou irritabilidade, dificuldade de concentração, raciocinio lento, ataques de choro, angustia e por vezes surgem pensamentos suicidas.

  

3. Por que motivos ocorre?

O conhecimento dos mecanismos da influência da luz sobre a melatonina e a serotonina permite concluir que a depressão sazonal parece estar mais relacionada com um processo biológico do que psicológico. Acredita-se que esta perturbação esteja relacionada com o aumento de luz e temperaturas elevadas, pois a luz influencia o nosso relógio biologico interferindo nos ciclos de vigilia e sono, mas também no humor.

A idade também parece desempenhar o seu papel, na medida em que este é um problema mais comum a partir dos 25 anos, sendo muito raro abaixo dos 20. É também mais frequente entre o sexo feminino pois compreende 60 a 90% dos casos, embora no sexo masculino os sintomas possam ser mais acentuados.

A depressão sazonal é pouco diagnosticada, no entanto, quando não tratada pode ter consequências tão graves como a depressão propriamente dita, reconhecida como uma doença do foro psicológico.

 

4. Que soluções existem?

Apesar da depressão sazonal estar essencialmente ligada a mecanismos biológicos, o processo psicoterapêutico pode ser bastante útil para ajudar a lidar com as mudanças de humor, sentimentos e comportamentos associados. Se os sintomas forem severos deve recorrer a ajuda psiquiatrica em complementariedade.

Se começar a sentir alguns dos sintomas indicados opte por recorrer à psicoterapia evitando que se instale a depressão.

 

 

Catarina de Castro Lopes

Directora Clinica de Psicologia na White

 

 

 

 

Acompanhamento Psicológico à distância (Skype)

Gostaria de ter acompanhamento psicológico ou fazer psicoterapia mas não se pode deslocar até nós?

A pensar no seu caso, a White realiza acompanhamento à distância, através do skype, funcionando a comunicação de voz e imagem de uma forma muito semelhante ao acompanhamento presencial.

 

É eficaz?

Vários estudos têm demonstrado a potencialidade da terapia online revelando que esta abordagem clínica é tão eficaz como a abordagem face-a-face (Emmelkamp, 2005; Eaton, 2005).  Tem sido também constatado que as pessoas que recorrem a esta terapia comunicam de uma forma mais directa, o que agiliza a intervenção.

A terapia online não pretende ser uma substituição da terapia tradicional mas sim uma outra forma de relação de ajuda, que pretende alcançar todas as pessoas que  não podem recorrer à ajuda de um determinado profissional ou a uma clínica por impossibilidade física, geográfica, por falta de tempo ou como consequência do próprio problema que os aflige (por exemplo, agorafobia).

Poderá ser uma terapia pseudo-anónima, se assim for a vontade do paciente e além disso poderá ser vivida como um contexto mais confortável e privado.

 

Tem contra-indicações?

Não é adequada em situações em que estejam comprometidas as capacidades de compreensão e raciocínio lógico.

Existem algumas situações que do ponto de vista técnico não podem ser trabalhadas sem que exista a presença física do paciente, por isso deve ser feita uma primeira avaliação com vista a perceber qual a melhor forma de gerir o tratamento de cada pessoa.

 

É ético?

Tal como na terapia presencial, o acompanhamento online, via skype, está sujeito a critérios de confidencialidade que abrangem toda a informação trocada entre paciente e terapeuta.

As consultas de psicologia online encontram-se internacionalmente enquadradas em termos legais, orientada pela Sociedade Internacional para a Saúde Mental Online e pela American Psychiatric Association (APA).

 

Como posso ter acompanhamento online?

Basta ter um computador com saída de som e microfone e ligação à internet.

A instalação do skype é gratuita, bem como as chamadas efectuadas. Deve ter uns auscultadores, um microfone e uma câmara de vídeo no seu computador. Depois é só marcar a sua consulta através do nosso número de telefone:

21 396 27 27.

Qualquer duvida sobre a instalação skype poderá ser esclarecida através do mesmo número de telefone.

 

Se precisa de ajuda e não pode vir ter connosco, recorra a este serviço. A White desenvolveu-o especialmente para si, por se preocupar com a sua saúde e bem-estar!

 

 

Catarina de Castro Lopes

Directora Clinica de Psicologia

 

 

 

 

 

Preocupação excessiva com o corpo no verão

O Verão é uma altura do ano em que usamos roupas mais decotadas e em que o corpo fica mais exposto. É época de ir à praia, piscina e festas, propiciando maior socialização e maior exigência relativamente à forma física.  Assim, para muitas pessoas o Verão significa uma preocupação redobrada com a aparência. Os homens pretendem mostrar um corpo musculado e as mulheres esconder gorduras localizadas.

Esta preocupação é natural e compreensível. Estudos revelam que pessoas atraentes têm vantagens distintas na nossa sociedade.

Cada período da historia teve os seus próprios padrões associados à beleza. A preocupação com aparência não é coisa dos tempos modernos.

É importante cuidarmos da nossa imagem e sentirmo-nos bem connosco, contudo, o exagero e obsessão relacionados com alguma parte do corpo podem tornar-se perturbadores e perigosos principalmente quando começamos a evitar algumas pessoas ou locais ou quando despendemos demasiado tempo para disfarçar essa zona corporal.

 

Perturbação Dismórfica Corporal - Prevalência de 0,7% a 12% na população

 

Fala-se de Perturbação Dismórfica Corporal quando se verifica uma preocupação excessiva com um “defeito” mínimo ou imaginário na aparência. Por vezes está presente uma ligeira anomalia física mas a preocupação é desproporcional e exagerada. Esta preocupação causa sofrimento clinicamente significativo ou prejuízo no funcionamento social, profissional ou em outras áreas importantes da vida.

As preocupações mais comuns são com a pele, cabelo, nariz, olhos, boca, lábios e queixo, contudo são frequentemente focadas em várias partes do corpo simultaneamente, sendo que qualquer aspecto corporal poderá ser percepcionado como “defeito”.

As pessoas que sofrem desta perturbação despendem de muitas horas em frente ao espelho a tentar camuflar as imperfeições com uso de roupas, chapéus e maquilhagem excessiva, mas pouco sabem acerca da psicopatologia ou dos factores que mantêm esse comportamento. Habitualmente evitam situações sociais e de intimidade ou apenas enfrentam estes eventos sob o uso de álcool ou substancias psicotrópicas. Mantêm-se em segredo, sofrem em silêncio pois pensam que irão ser vistos como vaidosos, fúteis ou narcisistas, levando muitas vezes ao isolamento.

Esta perturbação surge frequentemente associada à depressão, Fobia Social e Perturbação Obsessivo-Compulsiva, apresentando uma elevada taxa de suicídio.

Muitas pessoas procuram tratamentos estéticos (cirurgias plásticas e tratamentos dermatológicos), mas muitos não chegam a ser realizados por discordância do médico, atendendo a que o “defeito” era mínimo ou não estava presente.

Diversos estudos mostram que 5 a 15% das pessoas que procuram Cirurgia Plástica tem Perturbação Dismórfica Corporal, no entanto, apesar da procura, outros estudos referem que após cirurgia relataram não ter havido mudanças ou mesmo terem piorado as suas preocupações com o defeito percepcionado.

Na White, estamos atentos a esta perturbação. Pacientes que apresentem este diagnostico devem ser acompanhados através de intervenção psicológica. Quando as motivações e expectativas forem adequadas serão submetidas aos tratamentos estéticos.

 

Catarina de Castro Lopes

Directora Clínica de Psicologia na White

 

Boa Disposição no Verão?

O Verão é tipicamente a altura do ano desejada por uma grande maioria, pois faz lembrar férias, lazer, tempo livre, descanso e viagens.

Pode parecer estranho mas nesta altura do ano algumas pessoas não apresentam a boa disposição expectável. Pelo contrario, sentem-se mais ansiosas, irritadas, perdem o apetite e têm dificuldades em manter um sono descansado.

No Verão, podem surgir alguns sintomas como insónia, perda de apetite, alterações de humor e agitação. Acredita-se que estas alterações de humor no Verão estejam relacionadas com o aumento de luz e temperaturas elevadas, pois a luz influencia o nosso relógio biológico interferindo nos ciclos de vigília e sono, mas também no humor.

Claro que todas estas alterações se manifestam de formas diferentes entre as pessoas, no entanto, quando estas mudanças passam a apresentar problemas significativos no dia-a-dia é importante procurar ajuda especializada pois poderá tratar-se de uma Desordem Afectiva Sazonal.

 

O Stress das Férias

As férias de Verao podem ser uma fonte de stress para algumas pessoas.

 

1. Dificuldades Financeiras. Quando pensamos em férias muitas vezes planeamos sair de nossa casa e ir para um local diferente do habitual o que implica algum investimento monetário. Pessoas com dificuldades financeiras podem sentir dificuldades na sua concretização o que pode levar a sentimentos de frustração.

 

2. Companhia. Por outro lado, as férias são habitualmente passadas ao lado dos que nos são mais próximos (conjuge, familiares e amigos), pelo que aqueles que se sentem sozinhos podem ficar mais perturbados nesta altura do ano.

 

3. Insatisfação Corporal. No Verão existe também uma grande preocupação com o corpo, uma vez que está habitualmente mais exposto. A insatisfação com a aparência fisica pode levar ao evitamento de algumas situações sociais (p.e. ir a praia ou festas) e consequentemente ao isolamento.

 

4. Novo Ritmo. Existe uma necessidade inerente às férias de nos adaptarmos ao novo ritmo de sono e de alimentação, à mudança de local, actividade fisica diferente, ao convívio condensado com quem nos desabituámos de lidar, ao confronto com expectativas sociais que idealizam capacidades relacionais e exigem corpos esculturais.

 

 

 

Algumas Dicas para o seu bem-estar nas Férias

 

1. Planeie as suas férias com tempo. O que realmente quer fazer, com quem quer ir, quanto dinheiro pode gastar e que obrigações nao quer ter nesse periodo.

 

2. Faça exercicio fisico moderado (em alturas do dia de menos calor). Está provado que o exercicio fisico melhora o funcionamento cerebral, pois aumenta os niveis de endorfinas deixando-o mais bem disposto. Nao precisa de encontrar ginasio ou personal trainer, basta uma caminhada diaria de 30 minutos.

 

3. Durma entre 7 a 8h por dia. É durante o sono que o cerebro integra as experiências, aprendizagens e processa emoções, adquirindo melhor disposição para o dia seguinte.

 

4. Siga um padrão alimentar regular. Procure fazer 3 refeições principais e 3 refeições secundárias (lanches) por dia e não deixar passar mais de 3 horas entre elas.

 

5. Socialize. Procure ter qualidade de tempo com os seus amigos e familiares.

 

6. Cuide do seu bem-estar. Respeite as suas necessidades para que possa conviver em maior paz e harmonia. Procure actividades que lhe proporcionem prazer e bem-estar.

 

7. Relaxe. Considere a possibilidade de incluir na sua rotina diária algum tipo de relaxamento, que possa funcionar como uma descompressão de energia negativa acumulada. Pode praticar meditação, ioga, fazer massagens ou outras actividades.

 

8. Viva cada momento. Não se esqueça que é no presente que a vida se desenrola. Deixe de viver as suas preocupações ou obrigações.

 

9. Reflicta. Quando se começar a sentir angustiado, por pensar que as férias estão a terminar, aproveite para direccionar o raciocínio de uma forma construtiva: O que gostaria de modificar? O que gostaria de experimentar de diferente? O que pensa poder aumentar a sua qualidade de vida? Assim, em vez de permitir que se instale um humor melancólico, poderá estar a canalizar as suas energias de uma forma verdadeiramente útil para si. A pausa das férias constitui um bom momento de distanciamento crítico, que nos permite olhar para as coisas com novas perspectivas e, por vezes, encontrar soluções simples e práticas para problemas do dia-a-dia.

 

Desejamos-lhe umas óptimas férias!

 

 

Catarina de Castro Lopes

Directora Clínica de psicologia na White

Testemunhos

"Eu tinha imensas dificuldades em adormecer pois ficava constantemente a pensar em assuntos que achava que podia resolver. Claro que dormia pouco e acordava sempre cheio de sono. A Dra. Catarina pôs-me a dormir como uma "pessoa normal" em menos de um mês.
Tinha problemas em dominar a ansiedade e pensava que esta era defeito herdado do pai como se não fosse possível fugir dela. Vivia com isso (mal) mesmo a nível de estômago e intestinos. Quando me comecei a aperceber que esta já só aparecia em situações obviamente necessárias fiquei surpreendido e satisfeito obviamente.
Aprendi a observar-me a mim mesmo em certas situações sem qualquer esforço. Isso veio a melhorar em muito as minhas relações interpessoais, a minha impulsividade e até a minha agressividade. Noto que as pessoas gostam mais de estar comigo e melhor de tudo, eu gosto mais de estar comigo. Mais tranquilo, mais descontraído e (ainda) mais confiante...
Aprendi a aproveitar os bons momentos. A usufruir de coisas simples do dia-a-dia e relativizar problemas fúteis.
Não me considerando uma pessoa muito dada a emoções nem afectos e sinto que melhorei também neste campo pois fiquei mais sensibilizado para as detectar e compreender. Esta foi mesmo a maior dificuldade de todas, talvez devido à minha ignorância quanto ao facto de admitir esta lacuna pessoal assim como pela "resistência" de "tocar na ferida".
Tudo isto parece muito fácil e de facto com a ajuda certa e alguma vontade é, de facto, fácil.
Também não me posso esquecer do meu cepticismo inicial face ao "desconhecido da psicologia". Sim, fui eu que tomei a iniciativa de marcar a primeira consulta mas só com os primeiros resultados que foram bastante rápidos (dada a expectativa) é que comecei a "deixar-me ir".
No meio do processo lembro-me de conseguir chorar algumas vezes mas não consigo contar as vezes que me ri.
E não, a psicologia não é pagar para nos ouvirem..."

 

João

 

"O profissionalismo, competência e disponibilidade da Dra Catarina têm sido excelentes. Superou as minhas expectativas e não podia estar mais feliz com a terapia. Muito obrigada pela sua ajuda, pela sua paciência e compreensão."

 

Vitor

 

"O nosso equilíbrio emocional é fundamental para enfrentarmos a nossa  
vida, tanto os problemas como as coisas boas que nos acontecem. Por  
vezes os problemas sobrepõem-se e acabamos por perder um pouco do  
nosso equilíbrio. Na maioria dos casos, não damos importância a  
acabamos por andar desanimados e tristes com situações que por vezes  
nem valem a pena. Quando estamos doentes, vamos ao médico, sem  
qualquer problema, mas quando estamos doentes no nosso "íntimo", aí  
achamos sempre que vai passar. Tudo isto se passou comigo, até que um  
dia me olhei no espelho e disse: Chega, precisas de ajuda e é já!!
E assim procurei ajuda, como andava na Clínica White a efetuar outros  
tratamentos, resolvi procurar a ajuda da Dra. Catarina e  
em poucas sessões a minha vida mudou. A forma de encarar os problemas  
do dia-a-dia, o dar valor às coisas boas e belas do dia-a-dia foram-me  
transmitidas de uma forma única.
Passadas poucas semanas de ter iniciado o tratamento, tive de facto um  
problema grave na minha vida, que encarei com uma serenidade que até  
aí eu achava impossível.
Por tudo isto e por muito mais deixo o meu mais profundo agradecimento  
e aconselho a todas as pessoas que precisem, e em especial nos  
momentos difíceis que atravessamos, que não tenham receio de pedir  
ajuda, pois o nosso equilíbrio emocional é imprescindível para sermos  
felizes."

 

Silvia

 

"A terapia ajudou-me muito. Quando procurei a Dra Catarina era uma pessoa muito triste e amargurada. Nao conseguia viver a minha vida pois muitos pensamentos relativamente ao passado surgiam na minha cabeça, vivia no passado. A única coisa que fazia era pensar no passado.

Agora consigo pensar no futuro e principalmente viver o presente. O passado ficou para tras. Agora é erguer a cabeça e levar a vida a andar para a frente, sem medo do futuro e de enfrentar quaisquer problemas que possam surgir na minha vida.

Sou uma pessoa mais confiante, mais segura, animada e com uma maior capacidade de me aceitar e respeitar. Obrigada pela sua ajuda doutora!"

 

Susana

 

"A terapia mudou a minha vida como nunca pensei que mudasse. Tornou-me uma pessoa feliz, melhor e que aceita todos os defeitos e virtudes quer fisicos como psicológicos. Representa um ponto de viragem na minha vida, uma marca de renascimento. Agora posso dizer que sou completa: riu, choro, zango-me e aproveito cada estado. Sou completa e aceito toda essa compleitude. Tal como uma rosa "abri" para o mundo. Em suma, tornou-me um ser humano! Cresci e hoje sou uma mulher, não uma menina que se esconde. 

Obrigada Catarina, sem si nada disto seria possivel."

 

Claudia

 

"Iniciei há uns tempos um processo complicado relacionado com o meu comportamento alimentar. Tentei resolver sozinha o meu problema mas efectivamente não estava a conseguir. Sentia um descontrolo muito grande em relação à comida e à minha vida. Até que um dia o destino fez-me o favor de pôr em contacto com a Dra. Catarina. Começámos juntas uma caminhada no sentido de eu mudar os maus hábitos alimentares. Logo na 1ª consulta a Dra Catarina fez-me o favor de me alertar para a Perturbaçao Alimentar que eu tinha (Perturbaçao da Ingestao Alimentar Compulsiva), deu-me informaçao acerca dos sintomas e percebi que tinha "cura". Passados 6 meses de consultas, exercicios e metodos terapeuticos adequados e muito uteis, sinto uma enorme felicidade. Ha uma evoluçao fenomenal de todo o meu processo. Sem o seu apoio isto nao teria sido possivel. Aconselho a todos aqueles que estejam a passar por uma fase menos favorável e que nao conseguem sair do seu mundo, que os perturba, a pedirem apoio para poderem mudar os comportamentos que consideram desadequados e a fim de um dia serem mais felizes. Agradeço imenso à Dra. Catarina por ter acreditado em mim e por me ter provado que um dia estaria muito melhor comigo mesma. Esse é o dia de hoje."

 

Lucia

 

 

"Cheguei à clinica para fazer o tratamento dentario e vim encontrar a Dra. Catarina, uma pessoa muito querida e especial, que me ajudou a descobrir coisas que eu nao dava conta que existiam comigo e que estavam a perturbar a minha vida, principalmente problemas da minha infância. Estava com uma depressao desde a morte do meu pai e encontrei aqui a minha "cura", atraves da terapia, do acompanhamento que tive e do carinho. Descobri a soluçao para me sentir melhor psicologicamente, intelectualmente e até fisicamente. Foram varios momentos de terapia via skype, muitas das sessoes com muitas lagrimas mas essas lagrimas foram limpando muitas tristezas e medos que estavam a prejudicar a minha saude e a forma de viver comigo e com a minha familia e a Dra. Catarina conseguiu que eu fosse ultrapassando estas questoes. Apelo às pessoas que estejam a passar por situaçoes de medos, tristezas e desconforto que nao tenham receio de falar com o psicologo e que nao recorram a medicamentos que muitas vezes nao sao a soluçao para os problemas. Ja tomei medicaçao num periodo da minha vida menos bom e só me trouxe consequencias graves e recaídas. Com a terapia que fiz na white, nao foi preciso tomar medicamentos nenhuns. Neste momento passou um ano e sou uma mulher diferente: gosto mais de mim, sou mais confiante, mais alegre, vejo as coisas de forma diferente, tenho mais recursos para ultrapassar os problemas, deixei de ter tanto medo e deixei de ser tao desconfiada com os outros. Quero agradecer à equipa da White. Desde a recepçao, a medicos mas em especial à Dra. Catarina por tudo o que fez por mim e me ajudou. Que a clinica tenha muito sucesso. Estarei cá quando precisar e vou indicar com certeza a outras pessoas."

Lurdes - 37 anos - Angola

 

"Há 2 anos atrás comecei à procura de ajuda psicológica e encontrei estabilidade desde há 8 meses quando comecei a terapia com a Dra. Catarina na Clinica White. Devido ao meu passado fui crescendo numa pessoa insegura, timida, que nao gostava de si propria, ansiosa e com muita mágoa e revolta. Ao fim destes 8 meses de terapia sinto-me uma pessoa diferente. Estou a aprender a lidar com o meu passado, sinto-me mais segura, valorizo-me mais, gosto mais de mim, consigo compreender-me melhor e estar em harmonia com a minha familia. Apesar de sentir que ainda há muito trabalho pela frente, considero-me uma pessoa cada vez mais feliz e em paz comigo."

 

Monica - 34 anos - Portugal

 

 

Nota: Os testemunhos foram identificados apenas com o primeiro nome para preservar a privacidade dos pacientes.