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Linha White

O PESO IDEAL EXISTE?

Sou da opinião de que cada um de nós tem um peso ideal, que não coincide obrigatoriamente com o peso indicado pelos manuais.

 

Na teoria, chama-se peso ideal ao peso considerado recomendado para a sua altura, género e idade. Porém, veja o que acontece na prática: imagine duas pessoas com a mesma estatura e idade, cujo peso ideal pelos manuais são x kg. Pode acontecer que, para uma delas, esses x kg sejam efetivamente o seu peso ideal (o peso com que se sente bem) e que a outra sinta que esses quilos são demasiados para o seu corpo e que precisa de emagrecer um pouco.

 

Ou seja, na verdade não existe um peso ideal absoluto. Por isso, para passar da teoria à prática, não se foque no número que as tabelas indicam, mas sim na satisfação pessoal. As tabelas são meramente indicativas. Para estar bem tem de sentir-se bem com o seu peso, mesmo que esse peso não seja aquele número de referência indicado pela teoria.

 

A minha resposta à questão inicial – Será que existe um peso ideal? – é não! O peso ideal, na verdadeira aceção da palavra, não existe. Por isso, passe antes a pensar e falar em “peso desejado”. O seu peso desejado são x kg, mesmo que isso não coincida com o peso recomendado.

 

Vai atingir o seu peso desejado quando se sentir bem com o seu corpo e gostar da sua figura!

 

Iara Rodrigues

Directora do Departamento de Nutrição WHITE

 

Programa “Anti-Stress” - Abandone o Stress em apenas 4 sessões

Dia 7 de Abril é o dia mundial da saúde.

Sabemos que o stress pode afectar a sua vida de uma forma muito negativa e pode ter repercussões na sua saúde e bem-estar, nas suas relações com os outros e no seu desempenho. Níveis descontrolados de stress podem significar uma serie de outras complicações, como dores de cabeça, mau humor, falhas de memória, dores musculares e batimentos cardíacos acelerados.

Não desanime! Temos soluções para o seu problema. É possível controlar o stress e nem é muito difícil!

Para isso criámos um programa que o pode ajudar, através da aquisição e treino de estratégias e técnicas simples, rápidas e cientificamente comprovadas como eficazes para combater o stress.


Como conhecemos o impacto negativo do stress na sua saúde, nesta época e alusivo ao dia mundial da saúde, criámos uma boa oportunidade para si.

Se marcar a sua consulta até ao dia 8 de Abril poderá usufruir do programa por apenas 85 euros, em vez de 200 euros (valor do programa).

 

 

Ao longo das 4 sessões individuais pode aprender a:

-   Reconhecer as suas fontes de stress

-   Identificar os seus sintomas de stress e a forma como afectam a sua vida

-   Aprender técnicas de relaxamento simples, através do controlo da respiração ou da contracção muscular

-   Treinar a capacidade de regular as suas emoções com a ajuda de aparelhos de biofeedback

-   Identificar prioridades na sua vida e treinar a gestão do tempo de acordo com as mesmas

-   Desenvolver estratégias de resolução de problemas

-   Treinar a mente para identificar e lidar com emoções e pensamentos indutores de stress

-   Desenvolver um estilo de comunicação assertivo

 

Com a ajuda deste programa vai sentir resultados rapidamente e adquirir uma bagagem de competências que lhe irão servir ao longo da sua vida!

 

 

Catarina de Castro Lopes

Directora Clinica de Psicologia na White

 

Binge Eating - Conhece esta perturbação alimentar?

A Perturbação da Ingestão Alimentar Compulsiva ou Binge Eating é das perturbações alimentares a que tem a descrição mais recente e, segundo alguns estudos a que apresenta a maior prevalência não só entre os pacientes com perturbações do comportamento alimentar (30%) como na população geral (4,6%).

 

 

As pessoas que têm esta perturbação são geralmente adultos e frequentemente recorrem a tratamento para a obesidade. Ao contrário do que é mais comum na Anorexia e Bulimia Nervosa, também afecta os homens, sendo a perturbação alimentar que regista menos diferença entre os sexos.
Tal como na Bulimia, é caracterizada pela ingestão descontrolada de comida, pelo menos duas vezes por semana, durante um periodo de 6 meses. Estes episódios frequentes de ingestão alimentar compulsiva tendem a ser desencadeados devido a alterações de humor, tensões emocionais ou problemas do dia-a-dia, funcionando esta ingestão de comida como um ansiolítico que tem como função a estabilização emocional mas, contrariamente à Bulimia Nervosa, as pessoas com esta perturbação não utilizam métodos de compensação (purga, abuso laxantes, jejum ou o exercício físico excessivo) nem exibem regras rígidas de dieta.

Habitualmente esta perturbação associa-se a uma tendência para a sobrealimentação sendo que, a maioria das pessoas têm excesso de peso ou são obesos. Como na Bulimia Nervosa, verifica-se falta de controlo sobre a alimentação, manifestada sobre a forma de grandes ingestões alimentares (sem existir fome), que são efectuados num curto espaço de tempo, ficando o sentimento de culpa, ineficácia e desgosto. As ingestões causam mal-estar, preocupações com os efeitos da ingestão sobre o peso e a imagem corporal. Os episódios estão frequentemente associados à ingestão mais rápida do que o habitual de grandes quantidades, de comer sem sentir fome e de comer sozinho com grande voracidade.
Tem como sintomas físicos oscilações constantes de peso e como sintomas psicológicos a depressão, ansiedade, sentimentos de culpa, sentimentos de ineficácia, pensamentos frequentes sobre comida, isolamento social e pensamentos suicidas. Como consequências fisicas, a obesidade, diabetes, colesterol elevado, pressão arterial elevada, problemas respiratórios, renais, ósseos, artrites, problemas de pele e menstruação irregular.


Se reconhece estes sintomas nâo hesite em procurar ajuda. Trata-se de uma perturbação psicológica, que pode ter graves consequências fisicas e emocionais.

 

Catarina de Castro Lopes

Directora Clinica de Psicologia na White

PETISCAR SEM SE COMPROMETER

Dicas saudáveis para pôr em prática todos os dias

 

Geralmente, quando nos dá fome, temos a tendência de comer o que está mais à mão. Muitas das vezes, essa escolha está, no entanto, longe de ser a melhor.

 

O petisco pressupõe “pequenas doses de comida, ingeridas num ambiente descontraído e pode ser uma refeição ligeira e nutricionalmente adequada”.

 

No entanto, se não se prestar atenção ao que come irá cometer excessos. Aprenda, por isso, a evitar os erros mais comuns, seguindo os conselhos que se seguem:

 

- Faça do petisco o prato principal;

- Em casa, inclua opções como espetadas de tomate cereja, manjericão e queijo fresco, feta ou mozarella;

- Prefira petiscos ligeiros como amêijoas à bulhão pato, conquilhas ou salada de polvo;

- Não abuse do álcool;

- Sirva-se de uma só vez;

- Evite acompanhar os petiscos com pão;

- Desfrute da companhia dos amigos, converse, ria mais e coma menos;

- Não abuse dos fritos nem dos molhos;

- Antes de sair de casa para um convívio gastronómico com amigos, coma uma maçã e beba água.

 

 

Iara Rodrigues

Directora do Departamento de Nutrição WHITE

 

 

DIETA 1,2,3

A aquisição / compra do livro: “Dieta 1,2,3” da Nutricionista Dra. Iara Rodrigues possibilita-lhe o desconto do valor do livro numa primeira consulta de Nutrição na Clinica White, com a respetiva Nutricionista e autora do livro.

 

Pode marcar já a sua consulta de Nutrição através do contacto: (+351) 21 396 27 27.


 

 


Condições de Utilização da oferta do valor do livro numa primeira Consulta de Nutrição na clínica WHITE:


1.     CONDIÇÕES GERAIS

1.1   A aquisição / compra do livro: “Dieta 1,2,3” da Nutricionista Dra. Iara Rodrigues possibilita-lhe o desconto do valor do livro numa primeira consulta de Nutrição com a respetiva Nutricionista e autora do livro;

1.2   A oferta não poderá ser utilizada em consultas de seguimento, suplementos ou exames clínicos;

1.3   Apenas será válida a apresentação de um livro por pessoa;

1.4   Para que lhe possa ser atribuída a promoção deverá trazer o livro que adquiriu/ comprou como comprovativo, o qual será assinado pela autora durante a consulta e não poderá ser utilizado por outra pessoa para usufruto da promoção;

1.5   No momento da marcação da primeira consulta, através do telefone (+351) 21 396 27 27, deverá ser mencionado a aquisição/ compra do livro: “Dieta 1,2,3” da Nutricionista Dra. Iara Rodrigues para lhe poder ser atribuído o desconto.

 

2.     PERIODO DA PROMOÇÃO

2.1   A oferta começa dia 20 de Fevereiro de 2013;

2.2   A oferta termina em 30 de Setembro de 2013;

2.3   Após a data de termo a oferta deixa de ser válida.


3.     CONDIÇÕES FINAIS

3.1   A oferta pode ser cancelada pelo autor a qualquer momento, no caso de se verificarem condições objectivas fora do controlo do autor que conduzam para tal efeito;

3.2   Todas as reclamações sobre a promoção poderão ser enviadas ao autor, para o seguinte endereço:

 

Clínica WHITE – Departamento de Nutrição

Arquipark – Rua Dr. António Loureiro Borges, Edif. 5, 1º piso - Miraflores

1495-131 Algés

                   

 

Existem emoções negativas e positivas?

As emoções não são boas nem más, nem positivas ou negativas. Podem ser agradáveis ou desagradáveis mas são todas adaptativas, isto é, orientam-nos para a nossa sobrevivência.

Na nossa cultura e sociedade está de alguma forma implícito que sentir algumas emoções é mau. Não devemos mostrar-nos tristes e o choro deve ser evitado, existindo uma pressão social para estarmos sempre bem dispostos e sorridentes. Fomos educados a não expressar raiva e quanto ao medo é só para os mais fracos. Expressões como “Homem que é homem não chora” ou “Não tens motivos para estar triste” é o mesmo que dizer: “Não expresses os teus sentimentos”. A falta de permissão e apoio para sentir e expressar as emoções e o desconforto experienciado leva a que muitas pessoas as anulem ou neguem, em vez de as regularem e expressarem adequadamente.

 

Porque ficamos tristes, com raiva, com medo ou desesperados? Para que servem as emoções? Compreender os propósitos e as funções das emoções, pode ajudar-nos a entender como podemos ter “saúde” emocional e como mantê-la ou recuperá-la.

 

Tomemos como exemplo a tristeza, uma resposta a uma perda de algo ou de alguém, habitualmente relacionada a uma situação passada. Por que sentimos tristeza? Tente pensar nos resultados de um bom choro, ou da quietude e descanso que acompanham esta emoção. A maioria das pessoas, depois de um período de tristeza intenso, fica com uma sensação de alívio, de limpeza, de se terem desprendido de algo. Este é um dos propósitos desta emoção: ajudar-nos a deixar ir o que já perdemos, o que já acabou e abrir espaço para o crescimento, para novas pessoas ou novas “coisas”. A tristeza também nos predispõe a descansar, a recuperar as energias, da mesma forma que descansaríamos e nos recuperaríamos depois de uma lesão física. Se a expressarmos adequadamente, entregamos o passado ao passado e mais facilmente nos movimentamos para o presente, prontos e abertos para novas possibilidades. Assim, processar a tristeza é potencialmente reparador, não esquecendo também a sua função de despertar a empatia nos outros, provocar o cuidado, convidar ao consolo e à ajuda.

Agora imagine uma situação em que sentiu raiva, que se sentiu injustiçado ou enganado. Tente lembrar-se das sensações no seu corpo. Os punhos e os maxilares tendem a fechar-se, há uma tensão geral nos ombros, braços e pernas e o corpo fica mais quente. É a raiva, que nos faz “ferver” e mudar aquilo que acreditamos estar errado. Torna-nos mais fortes, mobiliza a nossa energia e cria em nós um impulso para a acção que visa superar um obstáculo. A sua expressão, adequada, tem como propósito defender os nossos direitos.

 

Examinemos o medo. Diferentemente da raiva e da tristeza, está habitualmente relacionado com o futuro. É uma espécie de aviso sobre a possibilidade de alguma ameaça. O medo prepara-nos para o perigo, real ou imaginado. Ficamos alerta para algo que está prestes a acontecer. É uma reacção de luta ou fuga que leva a modificações fisiológicas: os músculos ficam tensos (o que nos deixa prontos a lutar ou fugir), a respiração acelerada e superficial, os batimentos cardíacos aumentam, sentimos o frio no estômago e os olhos ficam abertos e alerta, o que nos deixa mais despertos e conscientes. Estas modificações fisicas preparam-nos para enfrentar o perigo, para detectá-lo adequadamente, para eliminá-lo ou para fugir. Este é o propósito do medo, no entanto é uma emoção desvalorizada socialmente. Tornou-se comum para muitos homens a tentativa de negar as reações naturais associadas a esta emoção (“um homem não deve ter medo”), resultando daí uma série de distorções (esconder o medo com outras emoções) e de conseqüências devastadoras (por exemplo, comportamentos inapropriados ou disfuncionais).

Quando o medo nos paralisa, incapacitando-nos para uma acção adequada, podemos estar perante traumas ou interferencias anteriores. Nestes casos, não só o medo, como qualquer outra emoção passa a ter um efeito desadaptativo e desorganizador sobre a personalidade.

 

As emoções têm funções cruciais para nossa sobrevivência. O corpo responde com reações fisiológicas por algum motivo. Se a raiva, não tivesse um propósito biológico, nós viveríamos sempre calmos. Se a tristeza não tivesse um propósito biológico, nós nunca derramaríamos uma lágrima.

 

Os exemplos anteriores foram lembrados para introduzir um princípio psicológico que me parece essencial: não existem emoções inúteis, prejudiciais ou negativas. Todas têm um propósito útil. Se forem negadas, suprimidas ou distorcidas, terão um efeito desastroso a curto ou a longo prazo sobre nós e sobre aqueles que nos rodeiam. A tristeza ou a raiva não processada adequadamente pode levar à depressão. Sentir tristeza é natural, faz parte da nossa biologia, a depressao é patologia. O mesmo acontece com o medo, se o negarmos corremos o risco de sofrermos de alguma perturbação de ansiedade.

O conceito de emoções negativas, tem um significado de inútil ou prejudicial, que se refere ao facto de certas emoções serem sentidas como desagradáveis. Mesmo estas que sentimos subjetivamente como desagradáveis (tristeza, medo, raiva, etc.) são úteis, têm uma função precisa e devem ser experienciadas e expressadas adequadamente para que sejam potencialmente reparadoras.


 

Pense nisto. Aceite as suas emoções e perceba as “mensagens” que o seu corpo lhe dá. Não só é licito sentir dor, raiva, medo ou tristeza, como é uma boa forma de prevenir o aparecimento de perturbações psicológicas.

Se sentir dificuldade em entrar em contacto com as suas emoções e expressá-las apropriadamente não hesite em procurar ajuda de psicoterapia.

 

Catarina de Castro Lopes

Directora Clinica de Psicologia da White

Branqueamento Dentário

Muitas vezes surgem dúvidas sobre o branqueamento dentário. Como actua, se resulta, se é seguro, que tipos de branqueamento existem, se causa sensibilidade, quais as vantagens, etc, são perguntas frequentes que é importante esclarecer.

 

O branqueamento dentário é um procedimento através do qual se vão eliminar não só manchas provocadas por café, chá, bebidas gaseificadas, vinho, alguns alimentos e o tabaco, mas também tornar o esmalte dentário escuro, muito mais branco e brilhante. Em 1 hora poderá ver o seu sorriso ganhar outro brilho.

 

A investigação é sem dúvida o segredo do sucesso, a combinação de uma luz LED* com o gel branqueador que é activado por um comprimento de onda específico, criam um método de branqueamento dentário revolucionário, que de forma rápida e eficaz branqueia todos os dentes em simultâneo. Apenas precisa de uma única visita ao consultório para o médico dentista efectuar o branqueamento.

 

O branqueamento efectuado numa Clínica Médica tem vantagem perante o efectuado em casa, pois apenas há uma exposição do esmalte ao gel branqueador durante aproximadamente uma hora e é sempre assistido pelo Médico Dentista/Higienista Oral que vigia todo o procedimento. Enquanto o branqueamento em casa tem sempre exposições repetidas e de maior duração ao gel branqueador, normalmente entre 3-4 semanas e o uso diário de moldeiras com gel (normalmente durante a noite – 8 horas). Outra desvantagem é o facto de não se controlar a quantidade de gel utilizada podendo este agredir a gengiva.

 

O branqueamento efectuado em clínica é totalmente seguro, existem estudos clínicos que o comprovam. Não provoca mudanças estruturais nos dentes, não deteriora o esmalte dentário, não afecta o estado de outros tratamentos como: coroas, facetas ou restaurações a compósito. O branqueamento não altera a cor original dos tratamentos acima referidos, apenas pode remover algumas manchas, por isso de modo geral estes vão necessitar de ser substituídos.

 

Na generalidade dos casos os pacientes não sentem qualquer dor ou sensibilidade dentária durante o branqueamento. Excepcionalmente existe um pequeno número de pacientes que tem sensibilidade dentária durante o branqueamento e nas 24 horas posteriores a este.

Nas 24 a 48 horas posteriores não deve fumar ou consumir alimentos que manchem os dentes, como: bebidas gaseificadas, vinho tinto, café, chá, morangos, laranjas, mostarda, etc. “Tudo o que mancha uma t-shirt branca manchará os seus dentes!”.

 

O objectivo do branqueamento é alcançar a máxima brancura natural dos seus dentes e não mais que isso!

 

*A luz LED (Light Emiting Diode) é uma luz fria, azul e suave que vai activar o gel de branqueamento com o seu comprimento de onda específico, sendo de frisar que esta luz não é UV, quente ou activada por laser.


Veja um caso de branqueamento BriteSmile® realizado na White:

 

    

 

 

   



Artigo publicado por Susana Gomes - Médica Dentista do Departamento de Reabilitação Oral da White

DOENÇAS SILENCIOSAS... A DIABETES.

A diabetes é uma doença em crescimento, que atinge cada vez mais pessoas em todo o mundo e em idades mais jovens. No entanto, há grupos de risco com fortes probabilidades de se tornarem diabéticos.


QUEM TEM RISCO DE TER DIABETES?

  • Pessoas com familiares diretos com diabetes;
  • Homens e mulheres obesos;
  • Homens e mulheres com tensão arterial alta ou níveis elevados de colesterol no sangue;
  • Mulheres que contraíram a diabetes gestacional na gravidez;
  • Crianças com peso igual ou superior a quatro quilogramas à nascença;
  • Doentes com problemas no pâncreas ou com doenças endócrinas.

Os sintomas da diabetes, nunca é demais relembrar.

 

DEVE ESTAR ATENTO AOS SEGUINTES SINAIS:

 

Nos adultos - A diabetes é, geralmente, do tipo 2 e manifesta-se através dos seguintes sintomas:

  • Urinar em grande quantidade e muitas mais vezes, especialmente durante a noite (poliúria);
  • Sede constante e intensa (polidipsia);
  • Fome constante e difícil de saciar (polifagia);
  • Fadiga;
  • Comichão (prurido) no corpo, designadamente nos órgãos genitais;
  • Visão turva.

Nas crianças e jovens, a diabetes é quase sempre do tipo 1 e aparece de maneira súbita, sendo os sintomas muito nítidos:

  • Urinar muito, podendo voltar a urinar na cama;
  • Ter muita sede;
  • Emagrecer rapidamente;
  • Grande fadiga, associada a dores musculares intensas;
  • Comer muito sem nada aproveitar;
  • Dores de cabeça, náuseas e vómitos.

É importante ter presente que os sintomas da diabetes nas crianças e nos jovens são muito nítidos. Nos adultos, a diabetes não se manifesta tão claramente, sobretudo no início, motivo pelo qual pode passar despercebida durante alguns anos. Os sintomas surgem com maior intensidade quando a glicemia está muito elevada. E, nestes casos, podem já existir complicações (na visão, por exemplo) quando se deteta a doença.

 

Devidamente tratada, a diabetes não impede o doente de ter uma vida perfeitamente normal e autónoma. Contudo, é fundamental que o diabético se ajude a si mesmo, autocontrolando a sua doença. Aliás, se o doente for determinado neste papel de autovigilância, a sua vida ficará muito facilitada.

 

O papel do nutricionista nesta doença é elementar. O nutricionista é um profissional de saúde de nível superior que atua em todas as áreas do conhecimento em que a alimentação seja fundamental para a promoção, manutenção e recuperação da saúde, sem perder de vista o prazer que uma refeição deve proporcionar. Existe a falsa ideia de que o doente diabético tem que fazer dieta para a vida e isso só de pensar gera angústia… Se, com a minha ajuda, reeducar os seus hábitos, adequando os seus gostos às suas necessidades, a palavra “dieta” pode ser abolida!

 

Conte com a minha ajuda e faça da sua alimentação o seu “remédio”. 

 

Iara Rodrigues

Directora do Departamento de Nutrição WHITE

 

Perturbação Obsessivo-Compulsiva

“A incerteza dos acontecimentos é sempre mais difícil de suportar que o próprio acontecimento.”

Jean Massillon



 

 

A Perturbação obsessivo-compulsiva (POC) trata-se de uma das perturbações de ansiedade que provoca mais desgaste físico, emocional e intelectual.

É reconhecida actualmente como a quarta perturbação psicológica mais expressiva na sua prevalência (1 em cada 40 adultos) mas até há pouco tempo acreditava-se ser rara e antes dos anos 60 não existia tratamento eficaz. Felizmente a realidade de hoje é outra e existem já formas de intervir, que permitem uma melhoria significativa de sintomas.

 

O que é a Perturbação Obsessivo-Compulsiva?

 

Esta perturbação é caracterizada por pensamentos, impulsos ou imagens mentais desagradáveis e recorrentes (obsessões) e/ou comportamentos repetitivos e ritualizados (compulsões). As pessoas têm consciência que as suas obsessões e compulsões são irracionais ou excessivas, mas não conseguem ter controlo sobre elas. Esta consciencia cria por vezes o receio que os outros o considerem fraco ou "maluco", por isso frequentemente escondem os sintomas e evitam procurar ajuda.

O facto de estes pensamentos surgirem intrusivamente, vindos do nada e de resistirem em desaparecer, apesar dos esforços feitos nesse sentido, origina um elevado desconforto e ansiedade. Surgem, assim, as compulsões ou rituais compulsivos, isto é, a pessoa sente que tem que fazer algo para reduzir o mal-estar, que acabam por cumprir uma função de controlo de ansiedade, ainda que inadequado. Estes comportamentos são, na maior parte das vezes, comportamentos exteriores e tornam-se bastante visíveis, contrariamente às obsessões. 

 

Obsessões mais frequentes:

-       Medo da existência de germes, de contaminação e sujidade;

-       Medo de perder o controlo sobre impulsos agressivos ou violentos;

-       Sentimentos extremos de responsabilidade pela segurança de outros;

-       Preocupação exagerada pela ordem;

-       Organizaçao e simetria - necessidade de ter os objectos por uma determinada ordem; 

-       Incapacidade para deitar fora bens inuteis ou já deteriorados;

-       Pensamentos ou impulsos intrusivos e indesejados de natureza sexual;

-       Duvidas constantes;

-       Necessidade de contar;

-       Medo de certos números, cores ou palavras.

 

Compulsões mais comuns:

-       Lavagens excessivas;

-       Rituais de limpeza;

-       Acções repetitivas como tocar, contar, colocar em ordem e coleccionar;

-       Rituais de verificação (do gás, do fecho das portas, das janelas, das torneiras, etc);

-       Tocar, bater, esfregar (determinados objectos, partes do corpo, etc)

-       Contar (objectos, palavras);

-       Organizar, colocar em ordem e/ou de acordo com uma noção especifica de simetria ou organização espacial;

-       Coleccionar objectos (inúteis e não valiosos);

-       Actos do tipo supersticioso que ajudam a reduzir o medo das obsessões.

 

A pessoa pode ter um ou mais destes sintomas, os quais podem variar ao longo da perturbação.

  

Se se identifica com alguns destes sintomas não hesite em procurar ajuda psicológica ou psicoterapêutica.



Catarina de Castro Lopes

Directora Clinica do Departamento de Psicologia

9 ALIMENTOS IMPRESCINDÍVEIS EM 2013

O que não pode faltar na sua lista de compras

 

Para elaborar as suas refeições, necessitará de muitos mais alimentos (tomate, carne magra, leite magro...), mas estes nove que se seguem são imprescindíveis do ponto de vista nutricional e fáceis de cozinhar.

Na prática, não só o ajudam a manter-se elegante como protegem a sua saúde. Não abdique deles!

Pregado

Deve fazer parte da sua lista alimentos favoritos porque é um peixe magro e, portanto, uma fonte saudável de proteínas. Sempre que possível evite os panados. Cozinhe-o na chapa, na grelha, coza-o ao vapor ou asse-o no forno. Substitua-o por garoupa ou pescada.


Papaia

Estimula a digestão, podendo ser consumida no final de refeições mais pesadas e com mais gorduras. É utilizada para reduzir a celulite. As sementes são eficazes contra a obstipação (prisão de ventre). É imunoestimulante, podendo atuar como antiviral e anticancerígeno.


Feijão-verde
Tem muita fibra e oferece um efeito saciante, devendo ser consumido cozido ou salteado com um fio de azeite, para acompanhar peixe ou carne, ou na sopa.


Frango
Sem pele, é a carne que menos engorda (como o peru e a vitela branca) e pode cozinhar-se de muitas formas, nomeadamente cozido, estufado, assado... (mas sempre sem pele). Acompanhe com salada ou legumes. Evite os molhos.


Chá
É uma bebida pobre em calorias e em sódio, que, consumida com moderação, não acarreta problemas para a saúde. Favorece a eliminação de líquidos e toxinas. Mas cuidado com os “chás para emagrecer”. Devem ser ingeridos, no máximo, durante um ou dois meses seguidos e, se possível, intercalando com água.

Beba 1 litro de água por dia e os restantes meio litro ou um litro através de chás de ervas (sem açúcar) e frutos e sumos naturais.

Aconselha-se a não exceder esta quantidade (o chá promove a diurese e, por conseguinte, pode privar o corpo de minerais valiosos) e, após a refeição, fique-se por uma chávena (porque promove a distensão gástrica).


Espinafres
Contêm cerca de 90% de água, uma quantidade importante de caroteno (provitamina A) e de vitamina C e apenas 2% de açúcares. Por isso, são pouco energéticos: 20 kcal por cada 100 g. Quanto à fama de serem ricos em ferro, convém esclarecer: «90% do ferro que contêm não é absorvido pelo nosso organismo, pois só assimilamos 10%!»

 

Por outro lado, as nossas necessidades de ferro são muito limitadas e podem ser perfeitamente asseguradas por outros alimentos.

Devem ser consumidos bem frescos, pois as suas folhas fermentam muito depressa. Coza-os em água ou a vapor. A opção em esparregado deve evitar-se caso contenha natas ou molho bechamel, o que implica um aporte adicional de gordura.


Cereais
A sua fibra ajuda a formar o bolo alimentar. Em alternativa ao pão, coma todas as manhãs, ao pequeno-almoço, uma taça de flocos de aveia, flocos de milho ou cereais de arroz tufado.


Arroz integral
É uma opção muito saudável pois tem mais fibra, mais fósforo e mais potássio que a sua versão original. Prefira-o cozido e acompanhado de vegetais.

Queijo
Fornece cálcio e é benéfico para a sua flora intestinal. Consuma-o ao pequeno-almoço ou a meio da manhã ou lanche ou ceia. Prefira queijos magros ou com menor teor de gordura.

 

 

Iara Rodrigues

Directora do Departamento de Nutrição WHITE